sábado, 9 de julho de 2011

Nosso Amor - Rebecca Winters

Título Original:
Accidentally Pregnant
Copyright © 2010 by Rebecca Winters

Protagonistas:
Vincenzo Antonello Valsecchi e Irena Liapis

Sinopse:

Irena e Vincenzo experimentaram juntos a semana mais maravilhosa de suas vidas. Bastou uma troca de olhares para logo criarem uma conexão forte e profunda. Apesar disso, o romance entre eles não poderia continuar… Irena estava prometida para outro homem. Mas a mão do destino a deixou grávida e sozinha. Vincenzo jamais esqueceu Irena. Ao saber que ela estava passando por dificuldades, propôs a única solução que considerava viável: se casar com ela e viverem felizes em seu palazzo. Porém, Vincenzo estava prestes a descobrir que o bebezinho crescendo dentro dela era seu filho…


Resenha:

Talvez, por eu não ter os livros anteriores, mas o fato é que eu detestei esse livro. Achei ele muuuuuito maçante! Nossa! Eu li contando as páginas para acabar, o que eu odeio, mas como tenho um firme propósito de não abandonar livros, agora que eu tenho o blog, fui firme e forte até o fim. O caso é que eu achei a história chatinha. Creio que foi a abordagem de repente, e também, pelo fato de eu não ter lido o livro anterior, o do ex-noivo da Irena, Andreas, criei um antipatia mórbida por esse casal, Andreas e Gabi, pelo fato de ele tê-la enganado. Tudo bem, que ela também tinha dormido com o Vincenzo.. mas mesmo assim, detestei os dois. Não tenho a menor vontade de ler esse livro que conta a história dele e muito menos, o livro do Leon, que também trai a esposa e ainda tem filhos gêmeos com a outra. Filho esses que a mulher passa a criar.. Afffffffffff.. É um tria pra lá, trai pra cá, que não simpatizei com essa história toda. Baby on Board é uma espécie de "A Cegonha Chegou" da Harlequin, se não soubesse disso, passaria longe de todos os livros da série!

Irena era noiva de Andreas Simonides, até que seu trabalho a levou a Itália, onde ela conheceu um belo italiano chamado Vincenzo. A atração entre os dois foi tão intensa que ambos não resistiram e se renderam a paixão. Irena decide voltar para a Grécia e abrir o jogo com Andreas, mas eis que Andreas abriu o jogo primeiro q contou que havia se apaixonado por outra. Semanas depois, descobre que está grávida e começa o seu dilema. Quem é o pai de seu filho? Seu ex-noivo ou o homem a quem ela se entregou por uma única noite? Créditos para Vincenzo, porque, sinceramente, ele foi a única coisa que salvou este livro. Achei ele um tipão! Um italiano que é apaixonado, preocupado, colocando bem estar de Irena acima de tudo, não é arrogante e nem mandão. TDB! E para Dino que é uma criança muuuuito fofa, apesar de esse nome sempre me remeter a família Dinossauro.. hahahha..

Ponto Alto:

- Vincenzo, depois de contar a seu pai que havia me escolhido para ser copresidete da companhia com você, eu presumi que, a partir de agora, compartilharíamos tudo: nosso trabalho, nossos pensamentos, sonhos, esperanças, medos, seu filho, o bebê que está por vir... e nossa cama. Por favor, não insulte a minha inteligência dizendo que está tudo bem porque sei que não está.

Vincenzo levantou e esfregou a parte de trás de seu pescoço, um sinal claro de que ele estava contemplando uma resposta e teria que escolher suas palavras cuidadosamente. Aquele pequeno gesto a incitou e deixou-a pronta para pular. Posicionou-se diretamente em frente a Vincenzo, sem tocá-lo.
A cabeça dela inclinou-se diretamente para trás, fazendo com que seu cabelo balançasse por cima de seus ombros.

- Por que não vem aqui e diz isso? - ela suspirou.

Ouviu a respiração aguda do marido, antes que ele tocasse em seus ombros. 

- Do que está falando, Irena?
- De vocÊ, de mim, de nós! Achei que tinha me trazido para velejar para que pudéssemos ter nossa lua de mel particular.
- Como pôde ter alguma dúvida disso? - ele perguntou com aquela voz aveludada, certo de rendê-la à fraqueza provocada pelo desejo.

A chama fez com que suas bochechas corassem.

- Você é bom em responder uma pergunta com outra, Vincenzo. É uma de suas melhores técnicas quando quer evadir-se do assunto, mas não dessa vez!

Ele ergueu as mãos com as palmas de frente para Irena.

- Eu juro que não sei o que tomou conta de você.
- Eu não sou tola, Vincenzo. - Ela ficou impressionada com a firmeza da própria voz. - Se está sofrendo aquele tipo de remorso do comprador por impulso que se arrepende, me diga. Pode ser consertado. - Ela apertou os lábios.
- O que diz não faz sentido.
- Seu casamento já atngiu o objetivo. Agora que tem o título, você está livre, Vincenzo. Se acha que seu pai não vai celebrar por me ver de volta, então você não tem os sentidos com os quais nasceu.

Dessa vez, Vincenzo segurou-lhe o braço e deu-lhe uma pequena sacudida.

- Vá direto ao ponto - ele fundamentou a questão. Ela nunca o viu com um tom tão aborrecido.
- Dino não é meu filho biológico, então não vai impactar a vida dele se tivermos um divórcio rápido. Ao contrário do que acredita, uma carreira como copresidente de sua companhia não é recompensa para o marido com o qual eu achei que estava casando.

Vincenzo a apertou contra ele e a beijou profunda e demoradamente, o que a deixou sem ar.

- Você sabe muito bem porque não a toquei ainda.

Através das camadas de dor, as palavras ressoaram em sua mente como um redemoinho. Irena levantou a cabeça, tendo que apoiar em Vincenzo em busca de suporte.

- Não tenho a menor ideia do que está falando.
- Por causa da sua gravidez e do teste. A dr. Santi me disse que intimidade poderia machucar você ou o bebê nesse estágio inicial, principalmente pelo teste gerar tantos riscos para os dois. Ela disse que seria melhor se esperássemos até três dias depois do teste. Dessa forma, você estaria fora de perigo.

Irena ficou em silêncio por um instante. Suas feições ficaram pálidas na leve luz do luar. Não tinha nenhuma ideia de que seu marido havia sido tão previdente e, de repente, sentiu-se mal por ter reagido de forma tão egoísta.

- Eu não fazia ideia, Vincenzo.

Ele suspirou, pressionando sua testa contra a dela.

- Achei que a médica tivesse conversado sobre isso com você também. Obviamente, ela não falou a mesma coisa para você.
- Não - Irena murmurou. - Gostaria que tivesse. Tenho estado tão arrasada que não sabia o que fazer. Achei que fosse eu...
- Irena - disse em um tom emotivo, - desde que levamos Dino de volta para Milão, precisei de toda força de vontade que dispunha para me manter longe de você. Se agisse da minha maneira, nuca teríamos saído do quarto.

Classificação:


Um comentário:

thaila oliveira disse...

esse dai ta na minha cota pra ler, fiquei triste com esse ruim :(

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...