segunda-feira, 8 de agosto de 2011

No Coração do Deserto - Jane Porter

Título Original:
The Sheikh´s Wife
Copyright © 2002 by Jane Porter Gaskins


Protagonistas:
Kahlil Al-Assad e Bryn Al-Assad


Sinopse:


Ela Ousaria Render-se Aquele Homem Orgulhoso, Apaixonado, Primitivo?...

O sheik Kahlil al-Assad, nunca perdoou Bryn por ter rompido os votos do matrimônio. Então ele descobre que também foi privado do convívio com o filho nos primeiros anos de vida do garoto... E decide se vingar. Bryn não tinha se dado conta... Ela e Kahlil ainda são casados! Ela sabe que não pode negar a Ben o direito de conhecer o pai. Por isso concorda em voltar para o reino de Kahlil, no meio do deserto. Lá chegando, vê-se confinada nos aposentos do harém, onde deverá preparar-se para... voltar para a cama do sheik!




Resenha:


Ahhhh! A Bryn é bem burra, como diz minha amiga Renata Cristina, mas, o livro é lindo. Me fez relembrar porque eu sou tão apaixonada pelas histórias com sheiks.
O Kahlil é um todo-poderoso quem não é arrogante ou egocêntrico. Chega a ser bem fofo. Ele é um meus sheiks favoritos. A Bryn, por outro lado, faz umas burrices beeem gigantes, que ela justifica dizendo que era muito nova quando eles se casaram - só tinha 18 anos - mas eu não chego a odiá-la. 


Lembro que a primeira vez que li este livro, não conseguia parar e terminei, já era madrugada. Não é um livro complexo, mas é muito marcante. Eu adoroooooo! O final é emocionante. A única coia que não gostei, foi o fato de o Kahlil não ter descoberto TODA a verdade sobre o primo/meio-irmão. Para mim, ele deveria ter descoberto tudo o que ele tentou fazer com a Bryn. 


Bryn e Kahlil se casam e vão morar e Zwar, o país dele. Com todas as obrigações que competem a Kahlil e os costumes tão diferentes, Bryn se sente muito sozinha e abandonada. É a oportunidade perfeita para Amim se aproximar de Bryn e começar com suas intrigas. Bryn acredita que ele é um amigo, mas na verdade ele faz de tudo para  atazanar a vida de Kahlil, de quem tem muita inveja. Amim, na verdade, é meio-irmão de Kahlil, filho de sua mãe, que teve um caso com outro homem. Não ficou mt clara, as circunstâncias que os uniram, mas o fato é que Kahlil nunca notou a maldade dele até o seu casamento com Bryn dar errado. Que raiva desse cara! Uma bela noite, a tonta manda um bilhete para Amin encontrá-la em seu quarto - idealiza um homem que não é o marido no quarto de uma mulher - e ele tenta abusar dela. Com medo, Bryn foge. Não era para menos! Quem acreditaria nela? Depois, descobre que está grávida e tem seu filho longe de Kahlil. Até o dia em que ele aparece em sua porta e descobre toda a verdade. Créditos para Rifaat, que apesar de me dar mt raiva, as vezes, no final foi um fofo. Para Kahlil, sempre! E para o final lindo do livro. 


Pontos Altos:



Kahlil afirmou que não iria fazer esforço algum para encon­trar o filho, mas quando chegou a notícia de que Amin fora encontrado, não hesitou por um minuto sequer. Podia estar en­furecido com Bryn, mas jamais deixaria o menino sofrendo.
Sem mudar de roupas, chamou a limusine e se sentou no banco de trás, embora morresse de vontade de dirigi-la. Ainda não conseguia entender o motivo da ação de Amin em raptar uma criança. Não apenas seu filho, mas qualquer criança. Como um homem poderia descer tanto?
Enquanto o veículo passava pela cidade, Kahlil, tenso, massageava a fronte, mas a tensão não cedia. Chegara a hora de restaurar a paz no palácio. Era tempo de colocar tudo em or­dem. Já se fora a época em que tudo era fácil em sua casa, porque controlava tudo.
Bryn teria de partir.
Cerrou as pálpebras e os dentes. Sentiu o carro balançando quando passou num buraco, as emoções correndo soltas, um maligno desespero que queria evitar.
Amava aquela mulher. Sem nenhuma dúvida. Ele a venera­ra, mas isso fora antes de encher-se de desconfiança.
Não viu nada por alguns momentos, nem ouviu nada, não sentiu nada a não ser uma intensa aflição, parte angústia, parte tristeza. As mesmas emoções que sentiria quando criança. Qua­se chorou, mas não adiantaria lamentar o leite derramado. Não poderia modificar o que aconteceu, e a vida continuaria.
"Siga em frente Kahlil, siga em frente, pelo amor de Deus!"
Passados alguns minutos, abaixou as mãos e olhou pela ja­nela da limusine. A estrada se achava rodeada por dunas bran­cas. Poderia respirar, enfim, sem vontade de gritar. Já passara por situações difíceis antes. Sobrevivera à perda de Bryn. Sobrevivera à perda de todos. Ele era o sheik Kahlil al-Assad, e a sua palavra era lei.

***

Ali estava de novo, voltando para o Texas. Mas Dallas já não era mais seu lar. Sua casa era a de Kahlil. Com os três juntos.
O avião vibrou, os motores acionados com um barulho ensur­decedor. Podia sentir o cheiro do combustível. Levantariam vôo a qualquer instante. Começou a chorar e engasgou de emoção.
Como pudera sua felicidade terminar assim? Tivera tanta esperança naquela primeira noite da segunda lua-de-mel... Em vez de tudo dar certo, tudo desmoronou.
E ainda não sabia como contar toda a verdade para Kahlil, explicar-lhe que o amor dela era maior do que tudo na face da terra. Amor de verdade não era apenas paixão. Todavia, Kahlil não acreditava nela. Não confiava.
O avião começou a se movimentar. Preparava-se para partir.
Doía muito. Sentia-se injustiçada. Não o perdera uma, mas duas vezes. Queria chorar, mas sabia, que se o fizesse, perderia o controle de vez.
De repente, ouviu-se uma voz vindo do fundo da cabine.
— Se você for eu irei junto.
"Kahlil?!"
Sem pressa, imaginando que seu coração partido estaria lhe pregando uma peça, Bryn girou no assento.
Deparou com Kahlil parado no fundo do avião, de jeans des­botado, camiseta, cabelos despenteados, o rosto machucado.
— Não vá. Não sem mim.
Bryn não conseguia falar. Lágrimas quentes queimavam-lhe os olhos. Podia tão só balançar a cabeça, sem acreditar que ele estava naquele avião, depois de tudo o que acontecera.
— Não conseguirei fazê-lo sem você.
— Fazer o quê? — Seu corpo todo tremia.
— Governar Zwar e liderar meu povo. — Desalentado, Kahlil passou os dedos entre os cabelos. — Não sei nem mesmo se conseguirei viver, sentindo-me assim.

Classificação:









2 comentários:

Renata Cristina disse...

Nossa, essa mocinha é muito burra!
Viuxen eu com 18 anos não era assim não hehehe

bjoss

k-rol disse...

nossa! coincidência ou não eu li esse romance ontem!lu(posso te chamar de lu né?)esse romance é perfeito!fazia um tempão que eu não lia um romance de sheik tão bom!

xerim

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