sábado, 26 de março de 2011

Romance em Veneza - Jacqueline Baird

Título Original:
The Italian´s Blackmailed Mistress
Copyright © 2006 by Jacqueline Baird


Protagonistas:
Max Quintano e Sophie Rutherford


Sinopse:

- Espera mesmo que eu durma com voce só para pagar a divida de meu pai?

 O magnata italiano Max Quintano estava decidido a realizar seu intento, e a melhor maneira seria chantagear Sophie para se tornar sua amante.

 - Dormir não é bem o que tenho em mente. 

Sophie fará tudo para salvar sua familia da ruína, até mesmo vier no luxuoso palazzo veneziano de Max…e retribuir-lhe o grande favor. Até descobrir por que ele a odeia tanto.

Resenha:

Nhááááá.. Esse é o típico romance que eu gosto, confesso! Essas histórias de romances mal resolvidos no passado e que depois de anos, o casal voltam a se encontrar e ele, machista até a última gota, quer se vingar e para isso a torna sua amante. Eu a-do-ro! hahahahaha.. Principalmente, se tiver um filhinho no meio, o que não foi o caso dessa história, mas mesmo assim, achei deliciosa de ler. O livro conseguiu me empolgar e me prender até o final. Adoro quando isso acontece. Que bate aquela vontade de saber logo o que vai acontecer, como os mal-entendidos vão ser desfeitos e tudo isso. Massa!

Sophie é uma jovem linda que aos 19 anos conhece Max em um dos hotéis de propriedade da família dele. Ele, mulherengo que só, logo se encanta pela beleza dela e ela, ingênua, logo se encanta por ele. Mesmo desejando-a  muito, Max resiste a tentação que Sophie representa por ela ainda ser muito jovem, praticamente uma adolescente, e decide não seduzi-la. É quando ele recebe a notícia de que pode estar muito doente, e vendo que de repente não teria tanto tempo assim de vida, resolve desfrutar de um relacionamento com Sophie antes que seja tarde. Porém, um mal-entendido os separa e eles passa a odiar-se. Sete anos depois, eles se reencontram, ela ainda mais exuberante que nunca, linda e loira, de braços dados com um velho que poderia ser seu pai! Ele fica furioso em imaginar que ela possa ser amante desse homem e como descobre que o pai dela deve dinheiro a família dele, arquiteta um plano de vingança que a leva direto para sua cama. 

Tipo, eu adoro ver ler, quando está na cara que o mocinho é apaixonado pela mocinha, morre de ciúmes, mas não aceita que isso seja amor de jeito nenhum! Dá até vontade de dar risadas e de dar com alguma coisa na cabeça desses tontos. Vale dizer, que Sophie é apaixonada, mas mesmo assim, não é tão submissa aos caprichos dele. Mas uma coisa devo dizer: Ela gosta do que ele a faz sentir! E as cenas de ciúmes que ele faz são maravilhosas! Amo ceninhas de ciúmes!

Ponto Alto:


O vestido Dior de cetim preto que usava naquela noite era um de seus favoritos, assim como o colar e os brincos de cristal. Sabiá que estava bonita e no mesmo nível dos demais.
Estava mais à vontade, e olhava a pista de dança. Do outro lado, um grupo de convidados acabara de chegar e se acomodava na mesa. Arregalou os olhos em choque ao reconhecer Max Quintano e sua meia-irmã Gina. Contemplou surpresa seu belo perfil, e rapidamente desviou o olhar. Tinha quase certeza de que não a vira.
Com o coração palpitante, moveu a cadeira para ficar de lado para a mesa, rezando para que não a visse. Voltou-se para Cesare, sentado à sua esquerda, e perguntou em espanhol:
— O que você faz? — Ouviu a resposta com atenção. — Um cientista? Interessante.
Era mesmo uma boba. Só agora se dava conta de que Max Quintano poderia aparecer em um encontro com empresários do ramo de recursos naturais.
Do outro lado do salão, Max Quintano ouvia Gina sem prestar atenção em uma palavra. Reconhecera Sophie Rutherford assim que entrara. Seus fabulosos cabelos louros eram inconfundíveis, presos no alto da cabeça com elegância. Seu pescoço e os ombros perfeitos estavam expostos. Seu vestido deixava à mostra as costas, e a pele suave como seda.
Podia ver a protuberância de sua espinha, que já percorrera com beijos. Com a lembrança, sentiu o corpo enrijecer.
Viu quando ela o reconheceu, e como a desgraçada sem coração desviou o olhar, assustada. Quando se separaram, a odiou com uma ira que nunca sentira antes. E apagou-a completamente de sua memória por vários anos. Mas o indesejável nome Rutherford apareceu mais uma vez após a morte de seu pai, quatro meses antes.


***

Por muito tempo a contemplou, e percebeu que não podia ficar bravo com ela. Foi inocente e imatura. As fofocas a seu respeito, às quais nunca dera atenção, impressionaram uma jovem ingênua como ela. Acreditou nos boatos, que sempre cercam a vida de alguém rico e com seu estilo de vida. Por isso se sentiu insegura, e tirou conclusões erradas de uma conversa ouvida pela metade. Ele era mais velho e experiente, e devia esperar por isso. Sua obrigação era ter lhe contado a verdade, fazê-la ouvir o que dizia. Mas perturbado com seu drama pessoal, resolveu que não queria mais vê-la.
Não estava orgulhoso pela forma como a tratara nas últimas semanas. Tinha seus motivos, pois achava que o abandonara por ser insensível.
Deixou-a dormindo e partiu. Tinha um pensamento na mente: compensá-la por tudo o que lhe fez.
Instruiu os empregados para não a perturbarem, e passou duas horas lendo relatórios. Ligou para o centro de assistência a doentes terminais, que ajudava em Roma todas as sextas-feiras, dizendo que não poderia ir. Combinou almoçar com seu advogado, disposto a anular o vergonhoso trato que obrigara Sophie a assinar. Pensou em recomeçar tudo. Por fim, correu até a joalheria para surpreendê-la com um presente...
Mas foi ele quem ficou surpreso. Ficou observando por um tempo, sob a sombra dos edifícios. Sophie estava sentada na cafeteria, sorrindo para o prof. Manta. Usava um elegante conjunto vermelho, e seu cabelo estava preso por uma faixa de veludo. O rosto tinha pouca maquiagem. Parecia relaxada e feliz.
Colocou a pequena caixa de veludo no bolso. Não ia surpreendê-la com um presente, mas com sua presença. Sabia que não era diferente de como a julgava, foi um idiota por pensar o contrário. Mas não desistiria do que lhe pertencia. Era sua amante sexy e sensual, e bem desobediente. Tinha certeza de que não a perderia para um velho. Endireitou-se e, com um olhar determinado, atravessou a praça.
— Sophie, não esperava vê-la aqui. — Viu-a levantar a cabeça e olhá-lo com cautela.


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3 comentários:

Paula Oliveira disse...

Amei a resenha. O livro deve ser muito bom mesmo. Será que tem em ebook?

Luciana Miranda disse...

Oi, Paula! Obrigada pela visita!!!
O livrinho tem ebook, sim! Digitando no google, vc acha..

Bjkss!

Cássia Drobev disse...

oi flor, amei seu blog é lindo, já estou seguindo parabéns.Como vc sabe é muito dificil conseguir seguidores ,então estou aqui feito uma louca pedindo ajuda de vcs que são blogueiras e sabem como é dificil manter um blog.Peço somente que me sigam e se quizerem parceria estou aqui.Muito obrigada e parabéns.

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