segunda-feira, 28 de março de 2011

Atração sem Limites - Kim Lawrence

KimTítulo Original:
The Italian´s Wedding Ultimatum
Copyright © 2006 by Kim Lawrence

Protagonistas:
Alessandro Di Livio e Samantha Maguire

Sinopse:

Ele exige seu herdeiro!

Alessandro Di Livio protege sua família com unhas e dentes. Por isso, está determinado a evitar que a golpista Sam Maguire seduza o marido de sua irmã! Para evitar essa aproximação, ele está disposto a tudo, até mesmo a torná-la sua amante.

Mas o que Alessandro não sabe é que Sam não é uma oportunista nem uma mulher fatal. Ela é, na verdade, inocente e intocada... até sentir o maravilhoso calor de Alessandro e se entregar em uma noite mágica de amor. Mas seus momentos de paixão produzem um herdeiro. Sam sabe que Alessandro fará qualquer coisa para ficar perto do filho. Até mesmo casar-se com ela!

Resenha:

Então.. quando eu comecei a ler, eu achei a leitura muito arrastada. As coisas demorando muito para acontecer.. um diálogo demorando 5 pááááááginas.. aff.. Quer me matar, né??? Eu, que odeio coisas detalhadas ao extremoo.. hahahaha..  maaaaaaassss, depois que acaba a bendita festa de batizado.. uiiiiii³³³³.. TU-DO-DE-BOM! Gente! É sério! A histótia cativa e prende até o fim.. Adoro o modo como eles brigam o tempo inteiro e como eles fazem as pazes. O fato de eles já gostarem um do outro e insistirem em dizer que se odeiam.. hahahaha.. muito bom!

Samantha foi apaixonada a vida inteira por Jonny, mas ele acaba se casando com Kate, irmã de Alessando e ele logo percebe o que ela sente pelo seu cunhado... e decide levá-la para a cama para afastá-la de Jonny. Sei! Afastá-la de Jonny.. hum-rum.. Então, depois da primeira noite, ela decide que eles devem manter o caso em segredo. Mas ela acaba engravidando.. Créditos para o Alessandro, gente! Ele é demais! Eu adoro homem com atitude! E ele tem! Definitivamente! E para a Sam também.. ela tbem tem atitude, não vamos negar, porque entrar no meio de um almoço de gala, de jeans e camiseta, com uma criança berrando no colo e tacar vinho na cara dele no meio de todos, não é para qualquer uma! Go, Sam! õ/ Super Recomendooo!

Pontos Altos:


- Isso não é uma brincadeira. Vou torcer o pescoço do canalha irresponsável. Esse cara vai pagar. Ninguém mexe com um Maguire.
Sam revirou os olhos.
- Anda lendo livros de caubói, não é? Escuta, você não é o Zorro, é apenas um clínico geral que detesta papeladas. - Sentou-se na bancada da pia e balançou as pernas.
- Acha que isso é alguma piada, mocinha?
- Não, pai, não acho. Mas a vida é minha - disse calmamente. - Precisa me deixar fazer as coisas do meu jeito.
- Que é como?
- Ainda não sei - confessou.
O pai arrancou os cabelos e gemeu.
- Sabia que ia reagir assim... Foi por isso que pedi à mamãe que não lhe contasse. Não sou mais a sua garotinha, pai.
- Será sempre a minha garotinha.
Sam, que estava prestes a chorar, fungou alto.
- Que tal uma boa xícara de chá?
Pai e filha viraram-se para Ruth, ambos espantados.
- Uma boa xícara de chá não vai resolver isto, Ruth - seu marido informou sarcasticamente.
- Ninguém vai torcer o pescoço de ninguém - Sam observou. - Aliás, mamãe, eu estava de saída...
- Bem, George, se ela tem de sair... - Ruth disse, esperançosa.
- Não vou a lugar nenhum antes de obter umas respostas honestas - o marido declarou obstinadamente. - E nem você, mo...
- Devia ter me acordado, querida. - Sonora e íntima, a voz profunda interrompeu a arenga furiosa do pai dela.

Vendo o queixo do pai cair, Sam fechou os olhos, apavorada. Claro que, pensando bem, isso tinha sido inevitável. Não se pode enxotar alguém com um ego como o de Alessandro para dentro de um quarto e esperar que ele não desforrasse.
Só que Alessandro nem desconfiava da situação em que se metera.
Quando abriu os olhos e virou a cabeça, ela viu que Alessandro ultrapassara todos os limites. Olhando, com a garganta seca, o seu tórax bronzeado e musculoso, Sam pensou: Acho que devo ser grata por ele pelo menos não ter tirado as calças! Embora o cinto solto e os dois primeiros botões do jeans desabotoados fossem ótimos detalhes, tudo arranjado para causar-lhe o máximo de embaraço. Meu Deus, pensou, você não tem a menor idéia de como isto vai ser embaraçoso.
Descalço, pisando macio, ele se movia com uma elegância sensual que, mesmo naquele momento, ela achou absolutamente hipnotizante.
Seus olhos se encontraram, e o brilho malicioso nos dele confirmaram que ela tinha acertado na mosca quanto aos motivos dele. Ainda fitando os olhos dela, espreguiçou-se languidamente e levou a mão aos cabelos despenteados. Estacou e pareceu perceber que não estavam sozinhos.
Um desempenho digno de um Oscar, ela pensou, ao vê-lo mostrar-se sem jeito ao olhar para os pais dela.
- Mamãe, papai, acho que já conhecem Alessandro.
- O que significa isto, Samantha? - indagou o pai, olhando do italiano alto e seminu para ela.
A mãe, que olhava atônita a bela figura de homem, de repente deu um longo suspiro e sorriu, entendendo tudo.
- Pelo amor de Deus, George, o que acha que significa? - Parecendo exasperada, lançou um olhar expressivo para o marido. O sorriso que deu para Alessandro era tão cálido e aprovador que ele, por sua vez, se mostrou perplexo.
Em resposta ao olhar interrogativo dele, Sam apenas deu de ombros. Vai ficar ainda mais perplexo quando perceber que a mamãe o está examinando como um genro em potencial, Sam pensou, controlando a risada histérica que lhe subia pela garganta.
- Você está tendo um caso com este homem? Sam corou.
- E então?
- Responda a ele, querida.
- Não é um caso - disse rispidamente.
- Ele acaba de sair nu do seu quarto. O que estava fazendo lá?
- Bem, por que pergunta se já sabe? Alessandro juntou as sobrancelhas e mostrou os dentes.
- Não é um caso? Então o que é?
- O maior erro da minha vida!
George, esquecido pelos dois combatentes, ficou mais vermelho ainda, com o peito estufado de cólera, enquanto seu olhar furioso passava de um para o outro.
- Não vai negar que está dormindo com a minha filha?
- Claro que não vai negar. Agora, por favor, não se exalte, querido. Faz mal para a sua pressão - disse Ruth, com um tapinha no ombro do marido.
- Não preciso que fale na minha pressão, sou médico! - George Maguire respirou fundo e virou o olhar severo para o rapaz. - Quero saber o que pretende fazer.
- Vestir-se seria um bom começo - Sam interpolou secamente antes que Alessandro pudesse responder.

***


Foi bem mais fácil entrar no almoço beneficente do que imaginara. O nome Di Livio abria todas as portas - ou então as pessoas tiveram medo de dizer não à louca perigosa com uma criança aos berros nos braços.
Resmungando contra as pessoas que aceitavam qualquer coisa dos ricos ou famosos, ela percorreu o corredor atapetado.
Ao entrar pelas portas do salão, o surto de adrenalina que a levara até lá arrefeceu um pouco. Hora errada, pensou, observando o salão lotado de pessoas importantes. Ninguém ainda dera pela presença dela.
Examinou todos os rostos, procurando o único que a interessava, e quando o achou, perdeu o fôlego.
Fechando os olhos por um instante, respirou fundo e endireitou os ombros. Ao caminhar por entre as mesas lotadas, viu que mais e mais pessoas percebiam sua presença, mas nem ligou.
Quem a viu primeiro foi Marisa. Ela chamou a atenção de Alessandro. Sam notou o choque nos olhos dele ao vê-la.
Você pode fugir, companheiro, mas não pode se esconder, pensou com maldade.
Alessandro, porém, não deu nenhum sinal de querer fugir ou se esconder. Levantou-se calmamente e esperou por ela. Ao chegar lá, Sam estava arquejando, e todos a olhavam.
- Quem é esta criança? - perguntou, como se a criança fosse a única coisa estranha no aparecimento da esposa, de jeans e camiseta, neste evento elegante.
- É Laurie.
Os olhos escuros dele examinaram o bebê.
- Ela cresceu.
Sam lançou um olhar de pura aversão ao marido.
- Desculpe interromper seu encontro amoroso, Marisa - disse entre dentes, sem tirar os olhos furiosos do marido.
- Certamente não teria um encontro amoroso em plena vista das câmeras de TV - ele disse. - O que faz aqui, Sam?
- Vim... - Sam calou-se. Ia dizer o quê? Vim para dizer à sua namorada que caia fora, que você é meu...
Desolada, com os ombros caídos, disse:
- Não tem importância.
- Bem, já que está aqui, sente-se e beba alguma coisa conosco.
Sam fitou-o.
- O quê?
- E sorria. Todos estão olhando.
- É só isso que te interessa? O que os outros vão pensar? - De repente a raiva que sentia explodiu. - Então vamos ver o que pensam disso!
Com um movimento contínuo, pegou um copo e atirou o conteúdo na cara de Alessandro.
Jamais ia poder esquecer a expressão de raiva incrédula dele, com o vinho escorrendo pelo rosto. E sabia que ele jamais a perdoaria por essa humilhação pública.
- Poderia ser pior. Poderia ser tinto.
Só dentro do taxi é que começou a chorar.

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