quinta-feira, 14 de julho de 2011

Sonho Real - Natalie Anderson

Título Original:
Pleasured in the Playboy's PentHouse
Copyright © 2009 by Natalie Anderson

Protagonistas:
Owen Hughes e Bella Cotton

Sinopse:


 À mercê de um ardente milionário!

Bella Cotton sempre se considerou um patinho feio em sua família, mas, após uma noite com o sexy Owen Hughes, ela se sente um belo cisne... até ele desaparecer antes da aurora. Meses depois, ao reencontrá-lo, Bella se dá conta de que ele não é o homem comum que ela pensava que fosse. Owen é um milionário, acostumado a ter e fazer o que quer sem assumir compromissos. Mesmo assim, ele resolve ajudá-la em sua hora de maior dificuldade... levando-a para morar com ele! Duas semanas depois, ela está implorando por mais... e se vê desejando exatamente o tipo de relacionamento que ele costuma evitar...


Resenha:

AMEI! AMEI! AMEI! Tinha tempos que eu não lia um romance assim, leve e divertido! Estava me fazendo falta depois de tantas historias complexas e enroladas. Eu achei que o casal combinava super! E tinham muita química. Adoro essas histórias que o mocinho diz que não quer se envolver, mas não percebe, que na realidade,  está envolvido e de quando me faz rir com tiradas engraçadas e inteligentes. E adoro, quando a mocinha se sente um patinho feio e rejeitada. E esse romance contem tudo isso. Além de ser super fofo. Claro, que eu não poderia dizer que é a perfeição, senti falta de algumas coisas, como um EPÍLOGO, que para mim é FUNDAMENTAL numa história. Sem contar que no final, a gente fica com aquela sensação de "já acabou?", mas talvez, seja por que eu gostaria que a história continuasse. Mas, mesmo assim, não consegui classificá-lo com menos que PERFEITO! Super Recomendo!

Bella é uma aspirante a atriz, que na verdade anima festas infantis, que se sente deslocada em sua família refinada e glamourosa, principalmente por se sentir um patinho feio e não ter uma carreira que sua família classificaria como "decente". No sentido, "dinheiro" da palavra. Então, no dia do seu aniversário, que também é véspera do casamente de sua linda irmã, Bella, vai a um bar comemorar sozinha, já que ninguém de sua família se lembrou e lá conhece Owen, ele é encantador e ela logo se sente atraída. Ambos, na verdade. E eles têm uma noite de paixão. Bem, não uma noite, já que o celular dele toca e ele se vê obrigado a deixá-la no meio da noite. Ressentida, achando se tratar de um truque, Bella fornece seu número errado e Owen não consegue localizá-la novamente. Até eles se esbarrarem num supermercado. Após acontecer um pequeno acidente em seu apartamento, Owen a convida para passar um tempo com ele e aí, eles se aproximam de maneira irremediável. Nada mal, para alguém que afirma a cada segundo que não foi feito para compromissos. Créditos para Owen, que um fofo e tem senso humor. E para Bella, que não teve medo de confrontá-lo com a verdade que estava bem diante do seu nariz.

Ponto Alto:

Mas era ela quem partiria, na verdade, e não tinha certe­za se teria forças para seguir avante.
Porém, momentos depois, enquanto se vestia sozinha em seu quarto, soube que precisava partir. Seria para proteger a si mesma. Devia a si mesma a oportunidade de realizar seus sonhos. E não podia ficar com um homem que não pretendia ter um relacionamento a longo prazo; como ela gostaria disso. Casamento e bebés faziam parte de sua lista de intenções e não poderia mudar isso, do mesmo modo que não podia transformar Owen.
Esforçou-se para que a despedida fosse o mais breve possível, mas isso não diminuiu a dor. Não iria encará-lo; não conseguiria. Ele insistiu em levá-la até o aeroporto.
Por fim ela o fitou, incapaz de esconder o sofrimento.
— Por favor, Owen, deixe-me fazer isso ao meu modo. Então ele parou de insistir, tinha uma expressão sombria.
— Não precisa fazer tudo sozinha, Bella. É normal rece­ber ajuda das pessoas quando precisa. Vai se lembrar disso, não vai?
Sim, era normal, mas não o tempo todo, refletiu Bella. E ela precisava fazer aquilo sozinha; era a única maneira.
O táxi chegou em questão de minutos e ela se voltou para Owen, sentindo os olhos arderem e a garganta seca. Ele ergueu sua mala para guardar e avisou:
— Vou ligar para você.
— Na verdade — murmurou Bella, se esforçando para falar — preferia que não o fizesse.
Owen a encarou.
Bella não queria ficar com meias esperanças, nem com esperanças totais, pelos próximos não sei quantos meses ou anos que seriam necessários para esquecer Owen. Precisa­va eliminar as esperanças pela raiz naquele instante. Era a oportunidade perfeita, clara e derradeira. Do modo como Owen desejaria. Não queria que ele fingisse estar lhe ofere­cendo algo que não existia.
— Não quer que entre em contato com você de forma alguma? — perguntou ele.
Bella se esforçou para balançar a cabeça de um lado para o outro.
Ele a fitou por um longo momento, ignorando o motoris­ta que esperava pacientemente dentro do carro.
— Tudo bem — disse afinal. — Se é isso que deseja.
Bella aquiesceu e olhou para o chão, não desejando mais se iludir ao olhar para ele. Não confiava que sua voz sairia firme o suficiente para terminar as coisas.
Fez-se um momento de silêncio. Bella sabia que deve­ria se mover, o motorista aguardava, o taxímetro já esta­va ligado. Mas tudo que se moveu foram suas pálpebras quando o fitou, incapaz de resistir a um último olhar para Owen. Os olhos dele continuavam de um azul brilhante, mas repletos de variadas emoções; estaria confuso? Arre­pendido?
Bella não aguentava mais; virou-se e abriu a porta. Po­rém, quando o fez, a mão de Owen segurou seu braço, e ele a fez girar com força a fim de obrigá-la a encará-lo. A porta do veículo voltou a se fechar, e Bella só teve uma fração de segundo para notar o ardor nos olhos dele, porque depois Owen se aproximou, fazendo-a fechar os seus olhos. O beijo que ele lhe deu também não foi suave, mas violento e exi­gente, causando dor em sua boca.
Como sempre, ela se abriu para ele e não conseguiu dizer não. Owen sempre poderia tê-la quando e o quanto quisesse. Então o beijo se tornou mais suave, a língua aca-riciando-a após a pressão rude dos primeiros instantes, os dedos apenas roçando seu braço.
Finalmente, Bella reuniu forças não se sabe de onde, e se livrou dele. Owen não teria tudo dela se não pudesse oferecer em igual medida. Não era justo.
Bella se virou, procurando a maçaneta da porta do carro às cegas, abrindo-a com um repelão, e se deixando cair no assento.
— Dirija — disse para o motorista. — Por favor, apenas dirija.
Sua voz soou rouca, terminando em um soluço.

Classificação:


Um comentário:

Mireliinha disse...

AWN *-* Gamei!
Vou ler! *-*

:*
Mi
Inteiramente Diva

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