quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Promovida a Esposa - Raye Morgan

Título Original:
Promoted to Wife
Copyright © 2000 by Helen Conrad

Protagonistas:
James Redman e Kyra Symington

Sinopse:


O que Kyra sabia sobre James Redman:

Ele tinha um cargo importante na empresa onde trabalhavam.
Ele gostava de café forte e amargo.
Ele se casaria com ela no domingo!

Kyra Symington quase desmaiou de susto quando James Redman pediu sua mão em casamento. A união deles seria sem amor e temporária, é claro! Ela jamais sonharia em dormir a noite toda ao lado do marido... e o máximo que permitiria seria um beijo no rosto. Mas Kyra precisava tomar cuidado com seu coração, porque nem sempre James jogava limpo quando queria alguma coisa... ou alguém!




Resenha:

Parado. Eu até dei um bom, porque não foi aquele livr que eu fique contando as páginas para acabar, mas também não foi aquele que eu fiquei desesperada para virar e ler a próxima página. É um livro bonzinho. A história me pareceu meio maluca, o mocinho não é aquele tudo-de-bom e achei a mocinha meio fraca. Imagina que eles se conhecem e em três dias, ele já decide que ela é mulher certa para se casar com ele. Tudo muito rápido, muito doido.. hahahaha.. Mas tudo bem. Eu recomendo, se você não tiver um livro melhor para ler.

Kyra e James trabalham na mesma empresa, ela assistente de um departamento e ele, recém-transferido, diretor de outro departamento. Um dia, eles se cruzam no refeitório e ele demonstra interesse e chega a conclusão de que ela é mulher certa para um plano que ele NÃO tinha.. hahaha.. isso mesmo! Pelo que eu pude entender, ele bolou tudo na hora. Mas enfim, ele arma um plano para fugir da armadilha de um casament que sua tia está armando para ele. Então ele propõe a Kyra que os dois se casem e permaneçam casados por um ano, somente no papel, para fugir da tia dele. O que não imaginavam, ou imaginavam, era a enorme atração que iria unir os dois. Créditos para o Elvis.


Ponto Alto:

James a viu.  Kyra saiu da sala, atravessou o salão principal e contornou o cassino. Olhou para trás  para ver se James a seguia, mas não o viu. Desesperada, entrou em uma sala meio escura e  escolheu uma  mesa ao fundo. O ambiente não era grande, com trinta  mesas, a maioria com grupos de três ou quatro pessoas. Uma garota usando chapéu de cowboy estava no palco, cantando uma triste canção de amor. Kyra imaginou por que as canções de amor nunca eram alegres.
   — Um Shirley Temple — pediu o drinque para a garçonete. — Espere.  Faça-o duplo.
   — Com duas cerejas? — indagou a moça para certificar-se.
   Kyra concordou com  um movimento  da cabeça. Precisava de algo para  animar-se. O drinque foi servido em uma linda taça de cristal.  Ela comeu uma das cerejas,  saboreando o delicioso sabor que, no entanto, não afastou a sensação de  que seu mundo desmoronava.
   — Está solitária esta noite? — indagou uma voz  grave.
   Ela olhou para cima e, na pouca luminosidade, avistou um homem parecido com Elvis Presley.
   — Elvis? —  indagou  incrédula.
   — Sim, madame. Não me conhece, mas gostaria de sentar-me a seu lado,  se não se importar.
   — Sim,  claro.  — Observou o homem alto, vestindo um roupa branca com botões dourados e franja, puxar a cadeira e sentar-se. Os cabelos  pretos formavam um topete, e usava óculos escuros,  apesar da pouca luz do ambiente. Parecia realmente com o famoso cantor. — Meu nome é Kyra — informou-o apertando-lhe a mão. — Como está?
   — Estou bem, Kyra, mas você deve estar com o coração partido.
   — É mesmo? — Não queria que fosse tão  evidente.
   — Sim, é verdade. Aproximei-me porque vi que você estava prestes a chorar. Posso fazer alguma coisa para animá-la.
   — É muito gentileza sua. — Sorriu com amargura. — Talvez pudesse cantar para mim.
   — Gostaria muito, doçura, mas não posso  competir com a moça que está no palco. Não seria educado. No entanto, tenho um bom ombro. Pode chorar como um bebê, se quiser.
   — Oh. — Era estranho pensar em chorar no ombro de Elvis. — Creio que não será necessário...
   — Ora, garota. O que a deixou tão abalada?
   Kyra estudou-o com atenção. Parecia realmente preocupado. E ele era Elvis.
   — Bem, vou me casar amanhã.
   — Fico feliz por você. Não tenho muito tempo, é agora ou nunca. Diga-me, por que tem tanto medo de se casar?
   — Nós não nos amamos. — Não acreditava que estava fazendo aquilo. Contava seus segredos a um estranho. — E não sei se estou fazendo a escolha certa.
   — Pode ser um problema. Afinal, doçura,  sem amor, não há esperança.
   — É disso que tenho medo. — Inclinou-se para frente, aliviada por finalmente  conversar com alguém sobre o assunto.
— Estamos  nos casando por razões que não lhe posso contar, mas irá beneficiar a nós dois. Ainda assim, não tenho certeza... O que acha? Devo ir em frente?
   — Hum. — Pensou na questão, com seriedade, mas alguém apareceu e chamou-o.
   — Elvis! Venha, homem. Você é o próximo.
   Ele ergueu  a mão,  pedindo:
   — Espere um minuto, Scotty. — Virou-se.novamente para Kyra. — Não me pergunte  o motivo, mas estou tendo  uma intuição muito forte  sobre isso. Acho que está  com medo de se apaixonar pelo sujeito,  e  esse é o problema.  Não há nada mais triste do que um amor não correspondido. No entanto, doçura, acho que deve considerar o fato de que os casamentos mais felizes são aqueles arranjados por outras pessoas. Pessoas que moram juntas podem aprender a amar. Acontece a todo instante. Acho que ele logo se apaixonará por você.
  — Acha mesmo?
  — Claro. — Levantou-se e beijou-lhe a mão. — Trate-o bem. Seu desejo se tornará realidade. Aposto  em você.
  Ele saiu tão de repente quanto apareceu. Kyra sentiu um nó na garganta. James a viu.  Kyra saiu da sala, atravessou o salão principal e contornou o cassino. Olhou para trás  para ver se James a seguia, mas não o viu. Desesperada, entrou em uma sala meio escura e  escolheu uma  mesa ao fundo. O ambiente não era grande, com trinta  mesas, a maioria com grupos de três ou quatro pessoas. Uma garota usando chapéu de cowboy estava no palco, cantando uma triste canção de amor. Kyra imaginou por que as canções de amor nunca eram alegres.
   — Um Shirley Temple — pediu o drinque para a garçonete. — Espere.  Faça-o duplo.
   — Com duas cerejas? — indagou a moça para certificar-se.
   Kyra concordou com  um movimento  da cabeça. Precisava de algo para  animar-se. O drinque foi servido em uma linda taça de cristal.  Ela comeu uma das cerejas,  saboreando o delicioso sabor que, no entanto, não afastou a sensação de  que seu mundo desmoronava.
   — Está solitária esta noite? — indagou uma voz  grave.
   Ela olhou para cima e, na pouca luminosidade, avistou um homem parecido com Elvis Presley.
   — Elvis? —  indagou  incrédula.
   — Sim, madame. Não me conhece, mas gostaria de sentar-me a seu lado,  se não se importar.
   — Sim,  claro.  — Observou o homem alto, vestindo um roupa branca com botões dourados e franja, puxar a cadeira e sentar-se. Os cabelos  pretos formavam um topete, e usava óculos escuros,  apesar da pouca luz do ambiente. Parecia realmente com o famoso cantor. — Meu nome é Kyra — informou-o apertando-lhe a mão. — Como está?
   — Estou bem, Kyra, mas você deve estar com o coração partido.
   — É mesmo? — Não queria que fosse tão  evidente.
   — Sim, é verdade. Aproximei-me porque vi que você estava prestes a chorar. Posso fazer alguma coisa para animá-la.
   — É muito gentileza sua. — Sorriu com amargura. — Talvez pudesse cantar para mim.
   — Gostaria muito, doçura, mas não posso  competir com a moça que está no palco. Não seria educado. No entanto, tenho um bom ombro. Pode chorar como um bebê, se quiser.
   — Oh. — Era estranho pensar em chorar no ombro de Elvis. — Creio que não será necessário...
   — Ora, garota. O que a deixou tão abalada?
   Kyra estudou-o com atenção. Parecia realmente preocupado. E ele era Elvis.
   — Bem, vou me casar amanhã.
   — Fico feliz por você. Não tenho muito tempo, é agora ou nunca. Diga-me, por que tem tanto medo de se casar?
   — Nós não nos amamos. — Não acreditava que estava fazendo aquilo. Contava seus segredos a um estranho. — E não sei se estou fazendo a escolha certa.
   — Pode ser um problema. Afinal, doçura,  sem amor, não há esperança.
   — É disso que tenho medo. — Inclinou-se para frente, aliviada por finalmente  conversar com alguém sobre o assunto.
— Estamos  nos casando por razões que não lhe posso contar, mas irá beneficiar a nós dois. Ainda assim, não tenho certeza... O que acha? Devo ir em frente?
   — Hum. — Pensou na questão, com seriedade, mas alguém apareceu e chamou-o.
   — Elvis! Venha, homem. Você é o próximo.
   Ele ergueu  a mão,  pedindo:
   — Espere um minuto, Scotty. — Virou-se.novamente para Kyra. — Não me pergunte  o motivo, mas estou tendo  uma intuição muito forte  sobre isso. Acho que está  com medo de se apaixonar pelo sujeito,  e  esse é o problema.  Não há nada mais triste do que um amor não correspondido. No entanto, doçura, acho que deve considerar o fato de que os casamentos mais felizes são aqueles arranjados por outras pessoas. Pessoas que moram juntas podem aprender a amar. Acontece a todo instante. Acho que ele logo se apaixonará por você.
  — Acha mesmo?
  — Claro. — Levantou-se e beijou-lhe a mão. — Trate-o bem. Seu desejo se tornará realidade. Aposto  em você.
  Ele saiu tão de repente quanto apareceu. Kyra sentiu um nó na garganta.  


Classificação:






5 comentários:

. pamela moreno santiago disse...

Já viu a promoção que ta rolando solta no blog O Leitor?
Ainda não?
Então corre, que até o dia 05 de Fevereiro você ainda pode concorrer a um dos 6 livros que estão sendo sorteados.
Beijos e espero você lá,

Pamela.

Rosa Branca disse...

Luciana Parabéns pelo Blog, está realmente muito romântico, adoooro, estou seguindo.
Me visite no
www.agape-amorverdadeiro.blogspot.com
e
www.patyiva.blogspot.com

será muito bem vinda, Bjos

Nathal Sant disse...

Oi, passei para deixar um beijo de início de ano e com muitos livrinhos pra gente ler né... rsrsrs
Tem resenha nova no blog e tb tem um novo livro que eu escrevi. Passa lá. Bjsss
Ca
http://mromances.blogspot.com

Nathal Sant disse...

Amiga, vc não tem aba de parceiros???
bjs
ca

Beatriz Solano Pinzon disse...

É um bom romance que desperta vários sentimentos no leitor como raiva e pena ao mesmo tempo. Tive pena da mocinha por ser julgada por todos como uma vagabunda, ninguém deu ouvidos a ela. As famílias dos dois lados, tanto do mocinho quanto da mocinha não passavam de uns esnobes, fingidos, metidos a moralistas... Não senti muita firmeza no mocinho mulherengo, que sempre estava envolvido com alguma mulher, tanto no passado quanto no presente, ele não conquistou minha simpatia! É aquela coisa de sempre, é muito mais fácil julgar e jogar a culpa nos outros para encobrir suas próprias safadezas!!!

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