quinta-feira, 21 de abril de 2011

Desejo Eterno - Melanie Milburne

Título Original:
Bought for Her Baby
Copyright © 2008 by Melanie Milburne

Protagonistas:
Damon Latousakis e Charlotte Woodruff

Sinopse:

O bilionário grego Damon Latousakis está decidido a tornar sua amante a mesma mulher que expulsou de sua vida quatro anos atrás.




Charlotte Woodruff jamais se esqueceu da dor de ter sido injustiçada por Damon. Mas por quanto tempo ela seria capaz de manter em segredo que teve um bebê dele? Quando Damon descobre que é pai de uma menina, sua exigência se torna outra: ele pagou por uma amante, mas agora terá uma esposa.



Resenha:

Li em algumas horas! Devorei a história! hahahaha.. Gostei bastante! Parece até escrita pela Lynne Graham! O típico romance clichê do grego malvadinhodão que teve um romance no passado com a mocinha que não acabou bem e a chantageia para que ela se torne sua amante, mas na hora "H", amole o coração e permite que ela faça o quer com ele... até descobrir que o romance passado gerou uma criança! Aí, ele fica furioso e obriga ela a se casar com ele.. Pelo menos, nesse não teve aquela história lenga-lenga que eu odeio da mocinha se negando a casar, porque ele não a ama e está se casando por causa da criança e blá-blá-blá.. Tem histórias que eu, realmente, reconheço que a mocinha não deve ser fácil demais, mas a grande maioria, faz é charme mesmo! Então, mas nessa foi na medida, porque nosso querido Damon não é de bobeira e encostou logo Charlotte na parede, literalmente, e fez com que ela se casasse com ele. Bem.. o resto? O resto é história!

Charlotte teve um relacionamento com Damon - leia-se relacionamento, mesmo. A família sabia, todo mundo sabia, mas na hora que li a resenha, me pareceu mais um casinho sórdido affair - quando foi estudar na Grécia, mas foi acusada de roubo e ele a expulsou de sua vida. Grávida. Detalhe: Ela contou a ele e ele não acreditou - então não tem o direito de reclamar, bonitão - Se passam quatro anos, e eles voltam a se encontrar novamente. Ela trabalha para um museu onde ele patrocina uma exposição de arte e ao se encontrarem a velha chama se reacende. Mas, a irmã dela bate rouba a carteira dele e a vida dela se complica mais uma vez, porque é, aí mesmo, que ele não acredita na sua inocência de quatro anos atrás. Ele pensa que ela armou com a irmã para roubá-lo. A irmã dela, vou te contar... ladra, viciada e prostituta. E ainda tem uma cena que ele chega ao apartamento dela com ela e a filha e encontra a irmã atendendo um de seus clientes. É muito para a cabeça do nosso grego malvado e tradicional! E para a minha, que tive vontade de dar uns tapas nela! Tudo isso dá a ele argumentos suficiente para chantageá-la, para que ela se torne sua amante, até que ele descobre que eles têm uma filhinha juntos e decide que ela deve se casar com ele. Créditos para Emily, a filhinha que nunca se acah boa em nada, tadinha. E para Charlotte que não se dobra e dá umas respostas bem boas para Damon. E para a química existente entre os dois! O livro, definitivamente, é HOT!

Pontos Altos:



— Você está pálida — observou Damon. — Eu a dei­xei chocada, Charlotte? Você achou que eu não continua­ria querendo você depois de todo esse tempo?
Ela umedeceu a boca.
— S-sim... Estou um pouco chocada...
Os olhos dele reluziram.
— Para lhe dizer a verdade, agape mou, eu também. Eu não esperava nutrir por você nada além de ódio quan­do a visse esta noite. Mas o desejo que senti e ainda sinto por você é como uma febre queimando meu corpo. Eu terei você de novo.
Ela o fitou com desafio e desprezo.
—  Só um bárbaro tentaria satisfazer um desejo por alguém que ele odeia.
— Você me acha um bárbaro? — Seus olhos negros desafiaram os dela. — Vou fazer com que engula essas palavras, Charlotte. Foi você que me agarrou na limusine, lembra? Você deixou bem claro que estava interessa­do em retomar nosso relacionamento.
Um sentimento de raiva a invadiu com um gosto amargo na boca. Mas também sentia uma vergonha pro­funda de tê-lo tocado daquela forma.
— Se você acha que pode me intimidar, pense de novo — mentiu.
— Eu posso não ter deixado minha mensagem clara o bastante.
Ela engoliu em seco.
— C-como assim?
— Eu quero você, Charlotte, tanto quanto você me quer. Estarei aqui em Sydney por um mês. Durante esse tempo eu quero que seja minha amante.
Ela recuou, horrorizada.

***

— Diga-me uma coisa, Charlotte. Você planejava me contar algum dia a respeito da existência de minha fi­lha? Você sabia há vários meses que eu estava vindo para Sydney. Podia ter entrado em contato comigo a qualquer momento e me contado tudo, mas não fez isso. E pior, nos últimos dias nós passamos horas e horas juntos, e você não me disse nada.
— Estava tentando reunir coragem — disse com a voz rouca.
— Não acredito em você.
— Estava sim!
— Você está mentindo. Você teve inúmeras oportuni­dades de me contar.
—Eu queria contar, mas estava com medo de que você fizesse exatamente o que está fazendo agora.
—Vagabunda. — As palavras amargas vararam o ar como uma faca. — Ladra e vagabunda.
Charlotte levantou a mão sem pensar, mas ele a cap­turou no ar.
— Quer jogar pesado, Charlotte? — perguntou, os dedos apertando seu pulso com força. — Então vá, bata em mim.
Os olhos de Charlotte brilharam de ódio.
— Se não me largar vai se arrepender.
Damon soltou uma risada sarcástica quando ela ten­tou se soltar dele, inutilmente.
— Como vai fazer que eu me arrependa, agape mou?
 Charlotte o chutou, mas ele a girou. Agora as costas de Charlotte estavam posicionadas contra ele, e ela sentia cada protuberância rígida do corpo de Damon pressionada contra o seu. Podia sentir-lhe o calor, o perfume da loção de barba e a proeminência incon­fundível de sua ereção sondando-a eroticamente por trás.
— Não acho que violência combine com você, Char­lotte — disse contra o pescoço dela, os lábios uma ten­tação que ela sabia não ser capaz de agüentar por muito tempo. — Prefiro você ronronando como uma gatinha em meus braços.
—Me larga... — Seu apelo ficou a meio caminho entre um arfado e um gemido enquanto ele a pressionava ainda mais.
A boca de Damon encontrou a pele sensível atrás da orelha dela.
— Esse foi meu erro, quatro anos atrás. Desta vez não vou largar você.
Charlotte estremeceu quando a língua dele correu por trás de sua orelha até o pescoço, provando-a com pequeninos beijos provocantes que deixaram-lhe as pernas bambas.
Damon a virou novamente para si. Com olhos cheios de desejo, segurou um dos seios de Charlotte enquanto punha a outra mão entre suas pernas. Ele esfregou a in­timidade de Charlotte até ela se inclinar na direção dele, destituída de qualquer vergonha.
— Está vendo como você reage a mim, Charlotte?
— Eu não quero reagir a você — sussurrou contra a boca quente e úmida pairando acima da sua. — Não parece certo.
Os lábios de Damon roçaram os dela, despertando um frenesi de desejo.
— Errado é ignorar a paixão que arde entre nós.
Charlotte entreabriu a boca para permitir que a lín­gua de Damon passasse entre seus lábios e acariciasse a própria língua, para se retirar logo em seguida. Ela levou a boca de volta até a dele. Fez sua língua aca­riciar a de Damon, timidamente no começo, e, após ele responder com um gemido rouco, com crescente fervor.
Foi um beijo violento, repleto de uma ansiedade que de algum modo tornou-o ainda mais excitante. Os den­tes de Charlotte mordiscaram-lhe a boca, incitando-o a fazer o mesmo, escolhendo como alvo seu terno lábio inferior. Ele o sugou em sua plenitude antes de capturá-lo novamente com os dentes numa série de mordidelas brincalhonas que deixaram os sentidos de Charlotte ins­tantaneamente gritando por alívio.
Damon empurrou Charlotte para trás até apoiar suas costas na parede mais próxima. A boca faminta dele continuou a se alimentar dela, o peito subindo e descendo com o esforço de manter o autocontrole.
Mas Charlotte não o queria controlado. Ela o queria absolutamente selvagem. Então rasgou a camisa de Damon e buscou pelos pêlos de seu peito, as unhas arra­nhando sua pele numa paixão quase animal enquanto a língua lutava com a dele por supremacia.
As mãos de Damon subiram para os seios de Charlot­te, massageando-os através do tecido do vestido antes de alcançarem-lhe as costas para baixar o zíper do vestido.
Sentir as mãos dele em suas costas nuas era inebriante; cada poro da pele de Charlotte ardia em deleite quan­do ele levou as mãos de volta a seus seios, que ansiavam por seu toque.
O vestido de Charlotte caiu aos pés dela, deixando-a com nada além dos saltos altos, as meias que subiam até a altura das coxas e uma exígua calcinha. O corpo inteiro de Charlotte tremeu em antecipação enquanto ele passa­va a mão por baixo da renda úmida da calcinha para uma massagem íntima.

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