segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Doce Inocência - Melanie Milburne

Título Original:
The Fiorenza Forced Marriage
Copyright © 2008 by Melanie Milburne

Protagonistas:
Rafaele Fiorenza e Emma March

Sinopse:


Rafaele Fiorenza estava furioso. Para obter sua herança, ele terá de se casar... com a ex-amante de seu pai!


Emma March estava apenas fazendo seu trabalho ao cuidar de Valentino Fiorenza. Ela não esperava ser incluída no testamento, muito menos com a condição de se casar com o filho dele! Mas sua situação financeira era desesperadora...Rafaele trataria Emma como a interesseira que pensava que ela fosse. Ele se casaria, a levaria para a cama e a destruiria. Mas, em sua noite de núpcias, Rafaele descobre que forçou uma mulher inocente ao casamento...


Resenha:

Eu não gostei! NÃO-GOS-TEI! O livro nem é dos mais chatos, mas a mocinha era uma chata e o mocinho, um insuportável! Grosseiro! Nossa! Passava mal! Td hora, a mocinha querendo garantias e declarações de amor, sendo que ele sempre deixou claro desde o início que não é dado a sentimentalismos, que não acredita no amor e essas coisas, e ela fica querendo arrancar do homem, a cada oportunidade, uma declaração de amor. Que chata e insegura! E ele, também, nossa, se sentindo a última bolachinha do pacote, com aquele argumento pronto do "você vai se render aos meu pés" até finalmente a mocinha sucumbir. Sinceramente, em NENHUMA parte do livro, eu vi amor da parte dele. Tanto que na parte que ele, finalmente, diz que a ama, depois de uma boooooa dose de indução e persistência da chata, tem tanta emoção quanto se ele tivesse  pedindo um real de pão na padaria. É isso! Ele, quando disse, foi por pressão da parte del, porque queria dizer, então, não ficou parecendo real. Fora as atitudes, que sempre foram todas muito sexual e nada amorosas. Nenhum crédito. Para ninguém. Não recomendo!

Ponto Alto:



— Você é um anjo, sabia? Um anjo enviado para este planeta para mudar a vida de pessoas teimosas como meu pai e eu. Se não fosse por você, eu ainda odiaria meu pai. Ainda o culparia por tudo de errado em minha vida.

— Você não o odeia mais? Ele meneou a cabeça.
— Mesmo antes de ler a carta, eu já tinha decidido per­doá-lo. Você estava certa quando disse que ele estava con­sumido pelo sofrimento. Amava tanto minha mãe que não foi capaz de lidar com a perda. Meu pai fugiu do sofrimento da única maneira que sabia... enterrando-se em amargura e negação.
— E então ele foi golpeado pela morte acidental de Giovanni e culpou-se, diz na carta. Por não ser um pai parti­cipante, por nos deixar sozinhos por longos períodos, en­quanto trabalhava muitas horas. O caso dele com Sondra foi uma tentativa de encontrar uma mãe substituta para mim após a morte de Giovanni, mas é claro que não deu certo. Ela não estava interessada em ser mãe dos filhos de outra mulher. Queria Valentino para si mesma, mas ele nun­ca concordou. Isso prova mais que tudo o quanto meu pai me amou.
— Oh, meu amor — disse Emma chorando. — Você so­freu tanto.
— Ele me amava, Emma — murmurou Rafaele, ainda tentando absorver a verdade. — Amava-me, mas simples­mente não sabia como demonstrar isso.
Emma acariciou-lhe o rosto gentilmente.
— Agora, quem isso lembra você?
Ele sorriu e a puxou para mais perto.
— Agora, que tal a lua de mel que nunca tivemos? Para onde você gostaria de ir? Tirei férias com retorno indetermi­nado, portanto sou todo seu por quanto tempo você quiser.
Ela o fitou com amor brilhando nos olhos.
— Quanto tempo normalmente dura uma lua de mel? Rafaele lhe deu um sorriso sexy.
— Não sei, mas posso lhe dizer uma coisa com certeza — respondeu ele, plantando-lhe um beijo na ponta do nariz.
— O que é?
Rafaele a pegou nos braços e carregou-a em direção à escada, os olhos brilhando de paixão.
— Esta vai durar para sempre.

Classificação:









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