domingo, 29 de julho de 2012

Maratona de Banca - Julho: Sortilégio de Amor - Claire Delacroix

Maratona de Banca - Julho


Tema: Sobrenatural
Livro Escolhido: Sortilégio de Amor - Claire Delacroix


Confesso que estava temerosíssima com o mês de julho da Maratona, por ter escolhido histórico, e ainda por cima, sobrenatural, e acho que quem frequenta o blog, sabe que essa não é minha inclinação. Mas, realmente tive uma agradável surpresa, ao me deparar com um romance tão fofo, que não nos deixa largá-lo até terminarmos de ler a última frase.


Título Original:
Enchanted
Copyright © 1997 by Claire Delacroix


Protagonistas:
Rolfe de Viandin e Annelise de Sayerne


Sinopse:


Uma poderosa magia impregnava o ar!

França, 1101.
Vítima de um terrível encantamento, o cavaleiro Rolfe de Viandim só podia ser salvo pelo amor da primeira mulher que entrasse em seu castelo. Mas, quando apareceu a bela Annelise de Sayerne, Rolfe se recusou a revelar seu segredo, embora tivesse conseguido conquistar-lhe o coração...




Resenha:


Uma agradável surpresa! Devo confessar que o livro começa meio chato, um pouco massante, talvez, por eu não ter costume de ler livros sobrenaturais. Claro, que mesmo antes de começar, decidi manter a mente aberta e como sempre me proponho a terminar um livro que começo, seja chato ou não, persisti, principalmente, por ser da Maratona de Banca. E sabem? Não me arrependi! Passadas as partes do lançamento do feitiço e da viagem ao convento da Annelise, o livro tem uma melhora absurda! Tanto que eu não consegui largar até terminar! Para vocês terem uma ideia, eu coloquei o livro em um aplicativo do meu celular e fui para um bingo.. hahaha.. entre uma pedra e outra, eu fiquei lendo todo o tempo. Bem, o caso é que quando o romance efetivamente começa, é lindo de ver. Apesar do cabeça dura do Rolfe insistir em comparar a Annelise com a ex a todo o momento, o modo como ela demonstra força de vontade e amor pelo marido, que faria tudo por ele é lindo. E o Rolfe, então? Inseguro, com medo de ser traído, com medo de a Annelise ser outra Rosalinde na vida dele, tão inseguro.. Fofo! Apesar de ter me irritado um pouco, a resistência dele em dizer o seu verdadeiro nome a ela e a deixá-la ver seu rosto. As provas de amor que um dá para o outro são de tirar o fôlego. E não preciso nem mencionar as cenas hot! Até eu fiquei com vontade de ser devorada por esse lobo de olho azul e outro cinza! Muito Bom! Vale muito a pena ler!


Pontos Altos:



Olhando com mais atenção viu o lobo no lado de fora do portão, andando para a frente e para trás. O bicho selvagem parecia agitado e latia para o portão. Annelise ficou intrigada com aquilo.
Por que ele não a havia perseguido?
Talvez não quisesse devorá-la. Mas o que queria, então?
Cheia de curiosidade. Annelise ficou batendo com o pé no chão, indecisa. O lobo parou de andar, como se sentisse o olhar dela. Embora estivesse a certa distância, ela se sentiu como que atraída pelo olhar da fera. Então engoliu em seco, meio convencida de que no instante seguinte ele atravessaria o portão para atacá-la.
Foi quando o lobo balançou o rabo.
Talvez quisesse alguma coisa dela. Se estivesse em qualquer outro lugar Annelise acharia sem sentido o pen­samento que acabava de ter, mas já estava claro que naquele palácio tudo tinha suas próprias regras.
Talvez o lobo não se sentisse no direito de entrar no palácio e simplesmente quisesse atraí-la para a floresta. A suspeita era referendada pelas palavras de um dos membros da escolta que a acompanhara desde Beauvoir, que dissera serem os lobos criaturas ardilosas.
Por outro lado, se a fera não queria ou não podia entrar nos domínios do palácio, ela só precisaria se abster de atravessar o portão. Assim teria segurança para se apro­ximar e procurar descobrir o que o lobo queria.
Com a decisão tomada, Annelise começou a andar, pro­curando ficar fora do campo de visão do lobo. Quando alcançou o muro, aproximou-se da saída e parou, sempre protegida por uma das folhas de madeira do portão. Con­teve a respiração quando viu que o lobo olhava exata­mente para ali, como se soubesse o tempo todo onde ela iria aparecer.
— Deseja alguma coisa de mim? — ela perguntou, demonstrando uma coragem que na realidade não sentia.
O lobo empinou as orelhas antes de se afastar uma dúzia de passos. Depois voltou correndo até as proximi­dades do portão e repetiu o movimento.
Annelise cruzou os braços.
— Está querendo que eu o siga? Acha que estou louca? — Erguendo a cabeça, ela olhou para o céu. — A noite já está chegando e, mesmo que ainda fosse dia claro, eu não me sentiria segura andando na floresta acompanhada por um lobo.
A fera afastou-se e retornou mais uma vez, deixando na neve as marcas das patas. Annelise mordeu o lábio, indecisa. Os instintos mandavam que seguisse o lobo, enquanto a razão dizia que aquilo seria a maior das loucuras.
Mas a curiosidade dela era infernal.
— Por que devo confiar em você?
O lobo abriu a boca no que pareceu ser um sorriso franco. Annelise juraria que o bicho estava piscando o olho para ela.
Pronto. Agora era a própria mente dela que a atraiçoava. Como podia estar pensando seriamente em entrar numa floresta à noite na companhia de um lobo? Como podia imaginar que aquele animal selvagem seria capaz de sorrir ou piscar o olho?
Tudo levava a crer que a demorada luta contra o portão a deixara com a mente perturbada.
— Isso é loucura — ela disse, como se tivesse obrigação de se explicar com a fera. — Você é um lobo, um ser irracional. Não pode estar me pedindo que o acompanhe e eu não posso pensar em fazer exatamente isso. Vá em­bora e me deixe em paz.
O lobo latiu algumas vezes e logo depois soltou um demorado uivo.
— Criatura dos infernos! — Annelise tentou fechar um dos lados do portão. — E você, portão amaldiçoado! Feche-se logo para que eu possa ter uma noite de paz!
Ela empurrava com toda força, mas o portão não se movia um milímetro. O lobo parou de uivar, aproxi­mando-se um pouco, e Annelise dirigiu a ele um olhar de ceticismo.
O bicho abanou a cauda, parecendo um cãozinho peralta. Quem imaginaria que um lobo podia ter um certo charme?
Sem dúvida o frio estava confundindo as faculdades dentais dela. Annelise empurrou desesperadamente o Portão, sem nenhum sucesso.
— Lugar amaldiçoado — ela resmungou. Em seguida adiantou-se para puxar o portão na tentativa de fechá-lo. Tarde demais percebeu que havia ultrapassado a linha do muro. O lobo latiu e o portão se fechou, tão depressa que Annelise teve que puxar a mão para não ficar presa entre as duas folhas.
Agora estava trancada no lado de fora do palácio.
Relutante, voltou-se para encarar o lobo e pôs as mãos na cintura.
— Você fez isso — ela acusou, com frieza.
O lobo balançou o rabo, como se admitisse a culpa. Depois correu alguns metros na direção da floresta, parou e olhou para Annelise, com um ar de expectativa.
— Quer mesmo que eu o siga, não é?
O lobo retornou e esfregou o focinho na saia dela, num gesto tão inesperado que Annelise nem teve tempo para recuar. Depois repetiu a encenação de correr uma certa distância e parar, olhando para ela como se pedisse que o seguisse.
Annelise trincou os dentes e bateu no portão com o punho fechado, embora já soubesse que nada aconteceria. Depois olhou novamente para o lobo.
— Parece que não tenho escolha.




Um único cômodo na parte de cima era circular e pos­suía quatro janelas. Uma fraca luminosidade penetrava por uma delas, criando um ambiente mais claro e outro inteiramente escuro. Pelo que Annelise podia ver, não havia nenhum móvel naquele cômodo, nada além de um amontoado de panos por baixo da janela que dava para o lado oeste.
Aproximando-se ela apanhou uma daquelas peças e examinou-a. Tratava-se de um par de culotes masculinos feito de um tecido de lã escuro, algo que pareceu vagamente familiar a Annelise.
Pelo que se lembrava muito bem, ultimamente ela só vira culotes de um único homem. Então olhou rapida­mente para o lobo, que estava sentado à porta com o olhar fixo nela. As sombras tomavam conta daquela parte do cômodo e apenas os olhos brilhantes e os dentes da fera eram visíveis.
Annelise sentiu os pêlos da nuca se eriçando. Havia alguma coisa no olhar daquele lobo, alguma coisa não canina na expressão dele, algo que tornaria fácil acreditar que ele seria capaz de piscar o olho. Parecia até um ar de presunção, como se ele soubesse de alguma coisa que ela não sabia e a desafiasse a descobrir.
Na certa a solidão a fazia pensar bobagens. Mesmo assim Annelise sentiu um arrepio e virou-se de costas para a intrigante criatura. Viu que estava com as mãos trêmulas quando ergueu do amontoado uma camisa bran­ca de linho, depois parou quando reconheceu o cheiro que a envolveu.
Era o aroma da pele de um homem, de um homem em particular, e aquela conclusão fez com que o coração dela disparasse. O cheiro dolorosamente aspirado não deixou nenhuma dúvida na mente dela, porque Annelise o reconheceria em qualquer lugar do mundo.
Era o cheiro da pele do marido dela.
— Mãe de Deus — murmurou Annelise, sentindo os olhos cheios de lágrimas e tocando nas botas que estavam por baixo da camisa.
Aquelas eram as roupas do homem com quem ela havia se casado.
E evidentemente ele não precisava mais delas.
Annelise se lembrava muito bem da criatura que es­tava logo atrás dela, uma fera de dentes grandes e pon­tiagudos. Era fácil imaginar como tinha sido o fim do dono daquelas roupas. Então ela se virou, apertando con­tra o peito a camisa do marido. Tinha sido loucura confiar naquele lobo!
O pêlo cinzento da fera refletia os últimos raios de sol e os dentes brancos cintilavam. Imóvel, o lobo olhava para ela com uma expressão de fome.
Sem dúvida o destino dela seria o mesmo do marido. Annelise correu os olhos pelo pequeno cômodo, em pânico.
Não havia como escapar. A porta estava bloqueada pelo lobo e as janelas eram apertadas demais para per­mitir a passagem dela.
Annelise apanhou as roupas do marido, lamentando amargamente ter sido privada da companhia dele. Nem mesmo tivera a chance de se desculpar!
E agora teria um fim igual ao dele, sendo devorada por um lobo. Por que havia cometido a tolice de sair do palácio?
O lobo continuava parado.
— Se vai me devorar, por que me deixa aqui esperando? — perguntou Annelise. — Isso é crueldade!
O lobo mostrou os dentes naquele sorriso intrigante e ela recuou até a parede.
O sol finalmente se escondeu no horizonte e o lugar foi dominado pelas sombras. Annelise abriu e fechou os olhos, furiosa com o fato de que não podia ver o ambiente que a cercava.
Assim como não via o predador que a atacaria.
Mas o som de um riso masculino bem conhecido a fez parar de respirar.
— Eu a devoraria com muito prazer, minha esposa, mas não da forma como você está imaginando.
Não podia ser. Annelise sentiu as pernas bambas e caiu sentada no chão, de um jeito até constrangedor.
— Você? Você? Mas... como?




— Bem, não posso mais viver com a sua desconfiança.
— Como assim? — ele perguntou, calmamente.
— Se não ficar sabendo de tudo sobre essa maldição e de como eliminá-la, irei embora esta manhã mesmo.
Annelise calçou os sapatos e jogou o surrado manto sobre os ombros, num gesto cheio de altivez. Quando ergueu a cabeça, viu medo nos olhos do marido.
— Seria capaz de me abandonar? — ele perguntou.
— Você não me deixa outra escolha. — Annelise per­cebeu o tremor da própria voz. — Nosso casamento não poderá dar certo se não houver confiança mútua.
Rolfe abriu os braços e olhou para o alto, num gesto de desespero.
— Você não entende...
— Não, é você quem não entende! — Com três passos Annelise atravessou o quarto, agarrou na parte da frente da camisa dele com as duas mãos e sacudiu-o. — Não posso entender sua situação simplesmente porque você não me diz qual ela é! Tenho tentando adivinhar, tenho feito tudo para descobrir a verdade, mas o fato é que não conseguirei entender se você não tomar a iniciativa de me explicar. Não posso assumir sozinha a responsa­bilidade de fazer com que este casamento dê certo se você insiste em não confiar em mim.
— Annelise! — A tensão era evidente na voz dele. Rolfe apertou os ombros dela, quase machucando-a. — Não posso, Annelise. Há muita coisa em risco.
Ao ouvir a mesma afirmação de sempre ela apertou os lábios e sacudiu a cabeça. Era como se ele a mandasse embora. Evidentemente o que sentia por ela não era mui­to forte. Bem, o jeito seria encontrar sozinha o caminho do convento.
— Nesse caso eu devo partir — disse Annelise, voltando-se e começando a se afastar.
Apenas o silêncio a acompanhou. Quando alcançou a porta ela parou e voltou-se, surpreendendo-se ao ver que Rolfe estava igualmente abatido.
Queria ser inteiramente sincera com ele, revelando tudo.
— Eu te amo — declarou Annelise, num fio de voz, para logo depois girar o corpo e continuar a caminhar.
Annelise o amava.
Rolfe olhou para o chão, sentindo o coração em des­compasso. Ela o amava. Apenas aquelas três palavras bastavam para fazê-lo sentir calor no íntimo.
Annelise. Só agora Rolfe percebia que teria expulsado qualquer outra pessoa que o houvesse traído como ele havia acreditado que Annelise o traíra naquela noite. Em vez disso, porém, voltara a procurá-la. E fizera isso em função de um enraivecido ciúme.
Agira movido pela raiva, não pela razão. E era preciso reconhecer que, no lugar de Annelise, não teria sido tão paciente. Estava certo de que a história dela era verdadeira, porque não via no brilho daqueles olhos castanhos outra coisa que não sinceridade. Ela merecia confiança.
Mas ele, como um cretino egoísta, apenas a cumulara de acusações injustas. Annelise merecia um pedido de desculpas.
Mas não só isso. Ela merecia uma explicação. Mesmo tendo descoberto o nome dele, o que Rolfe tanto temia, não fizera a menor tentativa de atraiçoá-lo. Ele continuava ileso. Embora estivesse com o coração em pedaços por causa da partida de Annelise.
Ela o amava. Outra vez Rolfe sentiu-se tonto ao pensar naquilo. Annelise o amava. E ele, que nunca antes se deixara perturbar pelo ciúme, que jamais perdera o controle dos próprios atos, mudara de atitude porque tam­bém amava Annelise.
Subitamente Rolfe se deu conta de que não estava mais ouvindo os passos dela. No mesmo instante correu para fora do quarto e conteve a respiração ao constatar que a esposa não estava mais no corredor.
Também não a encontrou no jardim, embora visse que o céu se iluminava com perigosa velocidade.
— Annelise — gritou Rolfe. — Annelise! Eu lhe con­tarei tudo se você me der mais uma chance!
Não houve resposta e ele correu até a estrebaria, onde foi recebido por Mephistopheles com um olhar de reprovação. Rolfe apontou o dedo para o cavalo.
— Eu a encontrarei — jurou, embora o animal não parecesse muito convencido. — E a trarei de volta.
Mephistopheles bufou de desdém, mas àquela altura Rolfe já estava correndo para o portão do palácio, te­mendo ter demorado demais para ir atrás de Annelise. A escuridão diminuía enquanto o portão se abria si­lenciosamente e o uivo longínquo de um lobo chegava aos ouvidos dele.
Não! Annelise não podia ter entrado sozinha naquela floresta escura! Rolfe sentiu alguma coisa balançando às costas e percebeu que a cauda de lobo estava começando a crescer. Mesmo assim continuou correndo.
Um pouco adiante viu a silhueta de Annelise, que se movimentava na neve com a cabeça abaixada por causa do vento.
— Annelise — ele gritou.
Tão logo ela se voltou, mostrou no semblante uma expressão de pasmo. Rolfe interpretou aquilo como alegria, mas naquele momento o sol apontou no horizonte.
Ele não tinha onde se esconder antes que a transfor­mação se operasse por inteiro. Rolfe virou o rosto para não ver o horror de Annelise, que pela primeira vez pre­senciava a transformação dele.
O que ele mais temia era que, testemunhando aquele horrível momento, ela deixasse de amá-lo e resolvesse fugir para bem longe.
Annelise conteve a respiração quando Rolfe começou a mudar de forma. Por mais horroroso que fosse ver o nariz dele se tornando escuro, as orelhas crescendo, era igualmente fascinante testemunhar aquela mudança.
Parada onde estava ela ficou olhando, pasmada. O sol que se erguia espalhava uma tonalidade dourada na neve, ao mesmo tempo em que o céu vagarosamente se tornava azul. As estrelas iam sumindo e o vento balançava de leve os galhos desfolhados das árvores, como se também estivesse despertando.
Então o lobo ergueu o olhar das roupas deixadas na neve ao lado dele e fitou-a com aqueles olhos de diferentes cores, um azul e outro cinza.
Annelise esforçou-se para sufocar o medo. Só tinha estado tão perto de um lobo quando a égua dela fora morta. Mas o lobo de agora era o marido dela. Quem estava ali era Rolfe, o homem que a tratava com ternura, que a abrigava, que a deixava com a carne pulsando de desejo, que conversava com ela demonstrando respeito e compreensão.
Aquele era o homem cujo anel ela usava com orgulho. Annelise aproximou-se um passo. O lobo permaneceu onde estava.
— Eu gostaria que você pudesse me dizer por que veio atrás de mim — ela disse, com a naturalidade que con­seguiu mostrar. O lobo em que Rolfe havia se transformado continuou a fitá-la de uma forma expressiva. An­nelise aproximou-se mais um passo. — Gostaria de pen­sar que você queria confiar em mim.


Classificação: 







4 comentários:

Renata Cristina disse...

ADOREI!!!!
Olha só, e eu q prometi ler o livro contigo empaquei na leitura e tu já até terminou!!!
Mas acho q termino amanhã...
E não é que é uma série. Mais históricos pra vc!! eeeeeeeeeee
rsrs
Bjos

Beli disse...

Eu já adoro essa mistura de romance histórico com sobrenatural.
A história parece bacana... O bom do e-book é isso: vc leva tds os lugares, e dá para disfarçar em qualquer situação... rs.


Bjus

Suelen Mattos disse...

é tão bom qndo somos agradavelmente surpreendidas pelos livrinhos, né?!
O meu livro de Julho tb foi uma agradável surpresa! Sorte a nossa, hehe!!!

Jéu Oliveira disse...

Olá vim conhecer seu cantinho, achei seu blog no blog da parceria das blogueiras unidas!Adorei muito delicado! Já estou seguindo aqui!
Aguardo sua visita lá no blog também..
beijinhos
http://adoraveisvicios.blogspot.com.br/

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