sexta-feira, 31 de maio de 2013

Maratona de Banca - Maio: Promessas em Vão - Michelle Reid

Maratona de Banca 2013 - Maio

Tema: Michelle Reid
Livro: Promessas em Vão

Michelle Reid pertence ao meu TOP 5 de autoras prediletas! Adorei ver que no mês do meu aniversário, ela foi a autora homenageada! Os livros dela sempre me prendem e esse não foi exceção, apesar de achar que não foi um dos melhores que ela já escreveu, eu recomendo!

Título Original:
After Their Vows
Copyright © 2011 by Michelle Reid


Protagonistas:
Roque de Calvhos e Angie de Calvhos

Sinopse:

Quebrar os votos não é necessariamente sinônimo de casamento desfeito...


Angie levou a sério cada palavra proferida no altar durante seu casamento com Roque de Calvhos. Pena que ele não fora tão sincero quanto ela... E, em vez de um final feliz, Angie teve de enfrentar um escândalo público com sua separação. Agora, ela finalmente tomou coragem para se livrar da obrigação de ser a "senhora de Calvhos"... Mas se esqueceu da atração magnética que seu diabólico ex-marido possuía. E, enquanto o passado se confundia com o presente, Angie percebeu que devia a Roque, e a ela mesma, uma segunda chance.




Resenha:



Assim, como já disse, adoooroooo de paixão os livros da Michelle Reid! Mesmo! Mas, esse, apesar de ter me prendido, senti que faltou alguma coisa... não sei... senti falta daquele toque dramático da Michelle, onde a mocinha sofre como uma condenada.. hahahahaha.. achei tudo muito rápido. A mocinha aceitou muito rápido a "chantagem" do mocinho e também, pareceu esquecer muito rapidamente a suposta traição dele e lhe dar o benefício da dúvida. Também senti falta de um suspense até o final. Tipo, o mocinho revela, logo a história da tal traição e o livro perde um pouco da graça, já que não tinha mais história para contar. Achei bem sem sal.



Angie era uma modelo de sucesso quando se casou com Roque. Ela, desde seus pais morreram, sempre protegeu e deu prioridade ao seu irmão mais novo. Isso não seria problema, se isso não tivesse transformado ele em um garoto rebelde e mimado. A obsessão de Angie com irmão era tanto, que ela largava tudo ao seu menor chamado, para desespero de Roque, o que fez que ele,  em um dos ataques do irmão dela, ameaçasse, de que se ela fosse ao seu encontro, procuraria outra. Atitude bem infantil, para um homem maduro, dono de negócios multimilionários. Ela vai, ele encontra a ex, ela se arrepende e volta e  o vê beijando a ex. Sim, ele a beijou e admitiu isso. Mas, depois se arrependeu. Mas, a periguete, que também era modelo, se aproveitou e o suposto affair foi parar em todos os jornais. No fim, Angie sumiu e Roque se desespera. Um ano depois, o irmão dela comete uma fraude na conta de Roque e ele a ameaça, para que volte com ele.




Ponto Alto:


Roque...

— Sim, minha querida, sou eu.

— Você... ainda está com raiva de mim.

— Não estou.

Ele demonstrou exatamente com o que ele estava ao movimentar os quadris. A toalha em torno de sua cintura estava úmida, mas não reduziu a força do que se impunha sobre Angie. Soltar um suave suspiro foi tudo o que ela teve tempo de fazer antes de ele lhe capturar a boca, começando a explorá-la com uma sensualidade lenta, profunda e convincente. A outra mão chegou ao ombro dela, puxando-a gentilmente à frente até os corpos se encontrarem por completo.

Tentando resistir ao beijo, ao ousado toque da masculinidade dele e, agora, à sensação de seus seios pressionados contra a pele quente dele, Angie afastou a cabeça e olhou nas profundezas tórridas dos olhos de Roque. Viu que ele ainda estava com raiva. Franzindo o cenho, ela entreabriu os lábios para dizer isso, mas ele simplesmente investiu com a língua pela abertura, seguida de uma sedenta pressão de sua boca.

Com um grunhido impotente, ela se contorceu contra ele, tentando resistir ao inevitável derretimento que sentia dentro de si.
—  Diga que me quer — ele instruiu, seduzindo os lábios aquecidos dela com as palavras.
Angie cravou as unhas na sólida protuberância do bíceps dele, tentando ganhar algum espaço.
— Eu vou fazê-la dizer isso — ele avisou.
— Não vai.
Erguendo uma das mãos para segurar a nuca de Angie, ele inclinou a cabeça dela para trás e, com uma precisão que a fez arfar, inclinou a cabeça e fechou a boca sobre um dos seios pequenos e de ponta firme. Uma quente pontada de pura sensação envolveu a frente do corpo dela, e ela soltou um selvagem suspiro. As defesas dela desmoronaram em um desejo ardente. Ela gemeu o nome dele e levantou os quadris para um feroz contato com os dele.
Ela o queria. Angie finalmente admitiu. Queria aquilo: Roque sobre ela, fazendo com que ela se sentisse pequena e delicada com toda aquela dominadora superioridade em altura, força; tudo. Os dedos dela abandonaram os braços dele para tocar nos rígidos ombros e acabaram por se fechar no cabelo dele, levantando-lhe a cabeça.
Os olhos dos dois duelaram por uma fração de segundo. Ela estava arfando. Ele parecia ferozmente excitado.
—  Sim — ela disse simplesmente, e ele tomou sua boca.
Ela retribuiu o beijo com a mesma cálida urgência, segurando-se em Roque enquanto ele descia suas mãos pelo corpo dela. Quando a toalha desapareceu, ela se arqueou na direção dele com os instintos de uma devassa, indo em busca do contato com a poderosa glória da virilidade dele.
Ele a tomaria ali mesmo, contra as gavetas, sem preliminares, e ela queria que ele fizesse isso. Não precisava de preliminares. Estava tão pronta para ele...
E ele também sabia disso. Ela podia ver nos olhos dele quando recuou do beijo para olhá-la.
— Diga.
Angie soltou uma risada, porque era loucura ele ainda precisar que ela dissesse quando já estava tão perto do clímax.
Segurando a cabeça dele com mais força, ela puxou a boca de Roque para a sua com uma paixão sedenta e sensual que daria a resposta a ele.               
Murmurando algo, ele assumiu o controle do beijo... e de Angie. Ergueu-a nos braços e a carregou para a cama.
Quando ele começou a provocá-la com lentos e úmidos beijos nos olhos, no nariz, no espaço sensível abaixo das orelhas, ela se enrascou nele de um jeito tão carente que ele soltou uma rouca risada.
Minha, ele pensou, triunfante, ainda que ela não quisesse ser dele. E, com uma possessiva e suave investida de sua mão no corpo dela, ele a fez estremecer e se contorcer.
Como se soubesse o que ele estava pensando, ela disse:
— Detesto que você consiga fazer isso comigo!
— E eu adoro conseguir fazer isso com você.
Então ele transferiu os beijos para o pescoço dela, e os seios, e Angie se esqueceu do que eles estavam falando, porque sabia o que aconteceria em seguida. Ela apenas o abraçou com força, e a espera foi quase insuportável enquanto ele aplicava beijos quentes e úmidos em cada centímetro dela. Suas mãos acariciavam onde os lábios não tocavam, acumulando sensação sobre sensação. Quando ele finalmente lhe deu o que ela desejava, mergulhando um dos dedos entre as coxas dela, Angie ficou completamente paralisada.
—  Você adora isso, não adora? — ele falou com a voz rouca.
Ela não conseguiu encontrar voz para responder. Apenas levantou os dedos para contornar o exótico rosto dele. Roque era tão lindo que fazia o coração dela doer. A delicadeza de seu toque era tão instintivamente perfeita que ela experimentava aquele prazer através de cada poro. Quando ele baixou a cabeça para beijá-la novamente, ela se derreteu no beijo.
Mas as coisas não ficaram daquele jeito por muito tempo. Como a bela tranqüilidade antes de uma feroz tempestade, ele queria mais, e sabia como conseguir. Seus beijos ficaram mais exigentes, seus dedos arrancando uma inquietação rígida dela que a fazia arfar e querer mais. As mãos dela se moviam por completo sobre ele, tocando, acariciando. Ele se inclinou para sugar os seios rígidos dela, e ela envolveu o comprido e grosso poder da excitação dele com as duas mãos. Ela o sentiu inchando, pulsando como algo independente, tocando seu quadril e exigindo mais dela. As bocas se fundiram novamente, sem parar, até ela não conseguir mais agüentar.
— Roque — ela suspirou desesperadamente. — Por favor...
Ele tomou novamente a boca de Angie, e continuou a acariciar a carne quente e vulnerável entre as coxas dela, entrando e saindo novamente, estimulando-a até que ela se desesperasse em uma tempestade de frustração excitada.
— Por favor, Roque, por favor... — ela se ouviu implorar com uma voz baixa, tensa e ansiosa. Em seguida: — Ah... — Ela dobrou a coluna com a rajada de um glorioso prazer. — Faça de novo...
Ele fez novamente, e outra vez, levando-a àquele lugar enlouquecido onde só o toque importava. Então, como um verdadeiro mestre da precisão, ele a dominou e a fez atingir o clímax com sua primeira e demorada investida.
Era como voltar à vida depois de um ano perdida no limbo. Angie sentia ondas quentes que aumentavam em potência a cada investida. Ele estava quente, rígido e cada vez mais urgente. Não parava de beijar sua boca, seu pescoço, seu ombro, deixando-a louca, porque cada toque ardente era como um tormento que não durava o suficiente.
Ele afastou o cabelo do rosto dela e ordenou:
— Abra os olhos.
Angie obedeceu sem sequer pensar que a intenção dele era outra que não acrescentar mais uma dimensão ao que estava acontecendo entre eles.
— Diga adeus a seus belos princípios morais, Angie. — E, com uma investida final demorada e dominadora, ele a lançou, chocada, confusa, em um mundo rodopiante de liberação prazerosa.
Depois, ela se sentiu como se estivesse caindo de um lugar muito alto em um terreno pedregoso. Seu corpo ainda latejava por inteiro em torno dele. A força da liberação dela ainda ressoava como um grito em sua cabeça.
Ela queria se mover, mas não queria incentivá-lo a dizer mais nada. Diga adeus a seus belos princípios morais, Angie... Aquilo fora um golpe e tanto. Ela jurara nunca mais fazer sexo com ele, e fizera, e Roque quisera se certificar de que ela soubesse o que havia feito.
Finalmente, ele se mexeu, levantando-se apoiado nos antebraços. Olhou para ela. Ela olhou para ele. Nada; nem mesmo um brilho de emoção passou entre os dois.
Então, de cara feia, ele deslizou de cima dela, e, no momento em que ele o fez, Angie saiu da cama. Lágrimas ameaçavam chegar, mas ela se recusou a ceder. Esforçou-se ao máximo para andar em linha reta até o banheiro, mas sentia-se tão tonta que tinha medo de suas pernas cederem.
— Retribuição — ele disse calmamente às costas dela. — Minha retribuição. Eu não dormi com Nadia.

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