quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Leilão do Amor - Helen Bianchin

Título Original:
The Andreou Marriage Arrangement
Copyright © Helen Bianchin 2010

Protagonistas:
Loukas Andreou e Alesha Karsouli


Sinopse:


Loukas Andreou é uma força a ser reconhecida nos negócios e na sedução, e o homem com quem Alesha Karsouli precisa se casar, de acordo com o testamento de seu pai. Relutante, ela se vê forçada a concordar com um casamento apenas no papel, no qual os dois seriam um casal em ocasiões sociais, mas levariam vidas separadas. No entanto, Loukas precisa de uma esposa afetuosa em público, e a única forma de conseguir isso seria conquistá-la...


Resenha:

Então... peguei este livro para ler por curiosidade, porque praticamente todas as meninas que resenharam no skoob sobre ele exaltavam o nosso tudo-de-bom grego Loukas! Fiquei louca de curiosidade, né? E não era para menos! Loukas é perfeito! Arrogante na medida certa, sem ser insuportável, fofo na medida certa, sem perder a masculinidade, calmo, paciente, enfim, o sonho de qualquer mulher dos 8 aos 80 anos! Toda a paciência que ele teve com a Alesha e os traumas dela. Perfeito! Há quem diga que quem lê um livro da Helen Bianchin, lê todos, e eu tenho que concordar que muitas histórias delas são parecidas, mas mesmo assim, não deixam de ser belas histórias, gostosas de se ler. Eu, particularmente, adoro as histórias que relatam o cotidiano do casal, mostrando a intimidade que vai surgindo e como eles vão derrubando as barreiras que os separam pouco a pouco, e as histórias da Helen são assim, por isso ela é uma das minhas autoras preferidas. Outro fato que não posso deixar de apontar é que Alesha tem cabelos escuros! NUNCA tinha lido um livro da Helen, e olha que já li muitos, em que a mocinha não tivesse cabelos loiros!

Alesha é filha de um milionário grego que ao morrer deixa um testamento com uma cláusula dizendo que ela deveria se casar com o filho de seu melhor amigo ou então, perderia o controle da empresa da família. Ela fica louca, porque, por já ter passado por um experiência desastrosa de casamento, é totalmente avessa a ideia de se casar novamente. Mesmo assim, ela aceita se casar e Loukas vai conseguindo aos poucos derrubar as barreiras erguidas por Alesha. Vencendo seus medos e traumas. Ele é todo lindo. Um gentleman. Nada de ameaças ou de forçar a barra. Ele a deixa tranquila e relaxada para que ela ceda, apenas quando se sentir segura. Créditos VIPS para Loukas, que como uma leitora descreveu no skoob, é deixar qualquer uma Louka! E créditos para a Lacey e Lexi, a amiga e a irmã de Loukas que são umas fofas. E para Alesha, porque eu gostei muito dela. Não era de ficar enrolando muito. Negando o óbvio. E também pela lição que ela deu na bitch que queria se engraçar com o marido dela. Ri Alto!

Pontos Altos:

O TELEFONE TOCOU no fim da tarde. Alesha atendeu no terceiro toque.
— Loukas?
— Alesha? — Não era a voz de Loukas, mas a de uma mulher.
Respondeu cautelosamente.
— Sou eu mesma.
— Aqui é Eleni Petrakis, assistente de Loukas.
O coração entristeceu-se. Algo acontecera e Loukas só voltaria no dia seguinte, pondo fim aos planos de um jantar especial.
— Eleni, muito prazer.
— Sinto muito informar que Loukas sofreu um acidente na rua e foi levado de ambulância para o hospital. Ele levou um tiro. No momento, está na sala de cirurgia. O helicóptero da empresa está a caminho para buscá-la. Vou encontrá-la no heliporto. Um carro estará à espera na porta principal do prédio e eu a acompanharei até o hospital.
Alesha sentiu tanto frio que seu corpo parecia dormente, paralisado, totalmente insensível.
— É grave? — perguntou num sussurro. Sabia que o coração continuava a bater porque ouviu o som alto em meio ao súbito silêncio.
— Só saberemos a gravidade quando a bala for removida. A família Andreou já foi informada.
Ai, meu Deus... E se...? As palavras calaram-se. Foi tomada pelo horror e imaginou Loukas ferido, sangrando, sendo operado, ligado a várias máquinas...
Era quase impossível acreditar. O homem era invencível.
— Sugiro que prepare a mala. Não sabemos quando voltarão à ilha. — A voz de Eleni suavizou-se ao informar o tempo previsto de chegada do piloto.

***

Por um minúsculo segundo, deteve o olhar nos aparelhos médicos, mas foi no homem que seu olhar se concentrou, capturando toda a sua atenção. Examinou os traços imóveis, a palidez a encobrir a pele naturalmente bronzeada, o cabelo despenteado, a faixa apoiando seu braço.
Meu Deus do céu!
Mais alguns centímetros...
Os olhos escuros a fitaram e ela sentiu o corpo tremer, denunciando a evidente emoção.
Por um momento, ficou paralisada. Queria correr para perto dele, beijá-lo e dizer as palavras que calara.
— Eleni — dirigiu-se Loukas à assistente em voz baixa. — Você poderia, por favor, nos deixar a sós? Fique lá fora, por gentileza, e não permita que ninguém — cravou-lhe os olhos com austeridade —, repito, ninguém entre no quarto até minha mulher aparecer no corredor.
Em segundos, encontravam-se a sós. Alesha não conteve as lágrimas que se acumulavam. Piscar com força não foi o suficiente para dissipá-las. As lágrimas escorreram-lhe pelo rosto.
— Venha aqui.
Quase desmoronou, tamanha a gentileza da voz. Aproximou-se do leito de hospital.
Loukas esboçou um leve sorriso.
— Mais perto.
Ergueu a mão e acariciou-lhe o rosto com o polegar, limpando as lágrimas que continuavam a lhe molhar o rosto.
— Lágrimas, agape mou! — A voz parecia mais profunda do que de hábito, e o leve sotaque que aparecia vez por outra tornara-se mais pronunciado.
— Eu amo você. — Dizer isso parecia mais importante do que qualquer outra coisa.
Exprimir seu sentimento por meio de palavras aliviava parte do medo assustador que a invadira desde o momento em que recebera o telefonema de Eleni. O medo de perdê-lo agira como um catalisador, arrastando-a para as trevas, onde fora forcada a pensar em como seria sua vida sem ele.
O efeito fora o de ter o coração transpassado por uma lança... Terrivelmente doloroso, impensável, impossível.
Naquele instante, teve certeza de que morreria sem ele.
A linda boca de Loukas curvou-se num sorriso. A sua, tremeu quando ele segurou-lhe a cabeça e a aproximou da sua.
— Você acha que eu não sei? — Os lábios tocaram os seus, sentiram o sutil tremor, saborearam sua doçura.
— Theos. — O som era um grunhido contra a sua boca. — Eu quero bem mais do que isso.
— Isso não vai ser possível — murmurou trêmula, um segundo antes de sentir a língua entrar em sua boca, tocando pontos sensíveis, possessiva.
Provocativa e incrivelmente sensual. Alesha perdeu-se, temporariamente, na química mágica a uni-los.
Por vários segundos esqueceu-se de onde estava, do tempo... Só existia o calor, a boca colada à sua, a mão segurando-lhe a nuca.
Logo depois na verdade, rápido demais, ele passou os dedos com vagar por sua face, pressionou o polegar no meio de seu lábio inferior e a soltou.
— Você é a minha vida — confessou em tom afetuoso. — Tudo o que tenho.
Os lábios de Alesha tremeram. A emoção invadiu-lhe o corpo e o coração; as lágrimas que a tanto custo conseguira conter escorreram-lhe pelo rosto.
— Não chore — murmurou Loukas.
 Ela meneou a cabeça.
— Não estou chorando.
— Não? — Havia um toque de humor em sua voz quando ela passou os dedos trêmulos no rosto.

Classificação:






2 comentários:

Amanda e Elidiane disse...

Homens tudo de bom?! ahh preciso ler esse livro! rsrs
Parabéns pela resenha!
Beijos

Leitura entre Amigas
leituraentreamigas.blogspot.com

Mireliinha disse...

AWN que fofo!
E esse carinha aê parece ser tudo que há, néé?? rs.
Quero ler *-*

beeeijos,
Mi
Inteiramente Diva

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