sábado, 21 de abril de 2012

Olhar Traidor - Natalie Anderson

Título Original:
Caught on Camera with the CEO
Copyright © 2010 by Natalie Anderson

Protagonistas:
Alex Carlisle e Dani Russo

Sinopse:


O beijo mais quente de todos os tempos...

Alex Carlisle foi pego no flagra dentro do trabalho! E o motivo era a paixão explosiva entre ele e Dani Russo. Mas Dani perdeu o emprego e, agora, a "central de fofocas" do escritório não falava em outra coisa: apesar da fama de playboy arrogante, Alex levou Dani para morar com ele... E ainda lhe ofereceu um novo trabalho! Mas será que esse filme vai ter um final feliz


Resenha:

Eu gostei do livro, como venho gostando de todos os livros da Natalie Anderson que tenho lido, mas não me empolgou como os outros. Gostei muito do Alex e da Dani também, mas achei que faltou algo, não sei..  Por vezes, tive a impressão de que a edição cortou alguma parte. Mas adorei o fato de a história ter terminado onde começou: no elevador! E não é muito difícil de imaginar o que teria acontecido se ela não tivesse aparecido na sala dele aquele dia.

Dani trabalhava na empresa de Alex como funcionária temporária, e é meio apaixonadinha por ele. Aquela coisa da funcionária apaixonadinha pelo patrão, então, um belo dia, Dani, que é claustrofóbica, fica presa no elevador com ele. Para distrai-la -  e que distração - ele a beija apaixonadamente. Logo depois, as portas se abrem e ela foge. Tudo poderia ter acabado por aí, mas não. Alguém pega o vídeo da câmera do elevador e espalha para toda a empresa e chega até mesmo até agência para qual Dani trabalha, fazendo com que ela seja demitida. Ela, nova na cidade, se vê sozinha numa cidade estranha, sem dinheiro, sem emprego e sem, nem mesmo, um teto.  Mas, nem tudo está perdido, pois Alex vem em seu socorro e lhe faz uma proposta que vai abalar as estruturas dos dois. Créditos para Alex. Adorei ele.

Ponto Alto:

Alex sorriu para ela, enquanto entrava no elevador.
— Sinto muito por isso.
Será que ele sentia mesmo? Ou ele achava que o tempo dele era mais importante que o dela?
Dani tinha apenas uma hora — não remunerada —, e ela teria de aproveitar ao máximo desse período. Contudo, o pen­samento desapareceu no instante em que as portas se fecharam.
Dani recuou um passo e recostou-se contra a parede do fundo do elevador, sentindo o corpo inteiro ficar ten­so. Será que o medo nunca iria deixá-la?
Alex apoiou as costas contra a parede lateral direita, de forma que pudesse encará-la. O olhar dele era intenso e implacável.
Dani manteve os olhos fixos nas portas, tentando im­pedir a sensação de sufocamento.
Alex pressionou o botão e finalmente, e o elevador iniciou a sua rápida descida.
Dani cerrou os dentes; gotas de suor desciam pelas suas costas.
— Você está bem?
Ela não podia responder. Estava muito ocupada segu­rando a respiração. Cinco, quatro, três...
Houve um som de rangido... Um gemido metálico que, embora vagaroso, estava definitivamente se tornan­do mais alto. Dani engoliu em seco. O elevador parou, desceu mais um andar e depois parou de novo.
Ela fitou as luzes no painel. Nenhum andar estava indicado. As portas ficaram entreabertas, e ela teve um vislumbre de metal e concreto entre os andares. Dani ficou muito satisfeita quando as portas se fecharam novamente.
Houve um segundo de completo silêncio.
— Tenho certeza de que não vai demorar.
— Não estou preocupada — ela mentiu e dirigiu o olhar para Alex, mas voltou a fitar as portas ao notar que ele ostentava um sorriso.
Os sorrisos dele não eram indicados para a sua pres­são sanguínea. E muito menos o fato de estar presa em um espaço minúsculo.
Uma onda de náusea a consumiu. Dani inspirou pro­fundamente, tentando acalmar o pânico que sentia. Ela poderia superar o medo.
Alex havia se afastado da parede.
— É sério, isso não deve demorar.
Não importa o quanto ela quisesse ficar imóvel, seus membros insistiam em tremer. Seu coração batia desen­freado dentro do peito, e ela não conseguia respirar rá­pido o bastante.
— Nós nunca tivemos problemas com esses eleva­dores.
Oh, é mesmo? Bem, eles estavam tendo um agora.
— Provavelmente você deve tê-lo confundido ao se­gurar as portas abertas por tanto tempo — ela acusou.
— Isso é uma máquina. — Máquinas não ficam confu­sas. — Só as pessoas ficam.
Dani estava confusa agora... Sua mente girava.
— Você é nova aqui — ele disse. — Eu a tenho visto no escritório.
Distração. Excelente.
— Sim — ela disse, mal conseguindo controlar o tre­mor em sua voz.
Alex avançou um passo na direção dela.
— Meu nome é...
— Eu sei quem você é — ela o interrompeu.
— É mesmo? — Os olhos dele se estreitaram. — En­tão você está mais informada do que eu. — Ele avançou um último passo, ficando a apenas alguns centímetros dela. — Porque eu não tenho ideia de quem eu sou.
A amargura no tom de voz dele á surpreendeu, dissi­pando o nevoeiro sufocante de sua mente.
Dani o fitou diretamente nos olhos.
— Você é Alex. — E está preso em um elevador.
Ela dirigiu o olhar para as paredes; elas pareciam estar se aproximando dela. O medo voltou a dominá-la. Dani sugou o ar com força. Será que eles já estavam ficando sem oxigênio? E ela havia acabado de choramingar?
— Não precisa ter medo.
Não? Ela sabia exatamente o quanto era assustador ficar presa em um espaço pequeno por muito tempo.
— Ei. — Alex pousou as mãos nos ombros dela. — Vai ficar tudo bem.
Ao sentir o toque masculino, Dani voltou a encará-lo. Aqueles incríveis olhos verdes adornados pelos cílios es­pessos e escuros estavam fixos nos dela. O restante do mundo pareceu sumir novamente. Sim, ela iria se concen­trar nele, esquecer-se de tudo... Exceto daqueles olhos verdes. Alex baixou o olhar para os lábios rosados e sensuais.
Dani sentiu a boca ressecar completamente; ela umedeceu-a com a ponta da língua e então descobriu que estava olhando para os lábios dele.
Você está bem?
Ela não conseguia responder.
— Querida?
Engraçado como apenas uma palavra, dita de maneira correta, é capaz de mudar tudo. Dani voltou a sustentar-lhe o olhar. Alex baixou as mãos, pousando-as na cintura feminina.
Vai ficar tudo bem ele repetiu. E, então, lenta­mente, dando todo o tempo para que ela se afastasse, ele inclinou a cabeça.
Mas ela não se afastou.
Os lábios dele eram quentes, firmes, mas não inva­sivos, apenas gentis. Alex ergueu a cabeça e seus olhos verdes procuraram os dela.
— Viu?
Dani não disse nada, mas deixou escapar um suspiro conforme erguia o queixo para encará-lo.
As mãos fortes ao redor da sua cintura a ergueram, fazendo com que seus pés saíssem do chão. Automati­camente, ela estendeu as mãos... Não para esbofeteá-lo, mas para se firmar. Seus dedos tocaram o tecido de al­godão e se curvaram ao redor dos músculos rígidos. O calor da pele masculina parecia lhe queimar as palmas através da camisa. Tudo o que ela podia ouvir era a sua própria respiração... Curta e rápida.
Seus olhares continuaram aprisionados durante todo o tempo em que ele a erguia, movendo-a contra a pare­de do fundo do elevador até que os olhos dela ficassem quase nivelados aos dele. Dani sentia o coração bater forte enquanto estendia os pés, inutilmente procurando por algo sólido... Como o chão.
Desta vez, Alex beijou-a demoradamente, movendo os lábios sobre os dela de forma provocativa. Oh. Ela cerrou as pálpebras enquanto os lábios masculinos aca­riciavam os seus, fazendo com que qualquer pensamento desaparecesse da sua mente.
E, então, Dani começou a relaxar. Ao mesmo tem­po, ela procurava por mais. E foi o que ele fez. Alex aprofundou o beijo, entrelaçando sua língua na dela. Era como se ela estivesse sentindo todas as suas coisas pre­feridas ao mesmo tempo, o calor de um dia de verão, o frescor da brisa marítima e a sensação de mergulhar nas águas mais profundas e aquecidas. Mas isso era ainda melhor. E era real.
Dani ergueu uma das mãos e correu os dedos pelos cabelos dele. Curtos, escuros, maravilhosamente espes­sos. Em seguida, ela segurou-lhe o rosto entre as mãos e os beijos mudaram novamente... Mais profundos, mais famintos, febris.
Dani podia sentir cada célula do corpo vibrar de exci­tação. Ela queria senti-lo completamente.
Mas não con­seguia afastar os lábios dos dele. Ela não se importava com a firmeza das mãos enormes apertando sua cintura. Ela apenas não queria que a sensação terminasse. Era como se um véu tivesse sido erguido para revelar uma necessidade inesgotável que ela não imaginava possuir.
E a necessidade dele parecia ter a mesma intensidade. Alex espalhava beijos rápidos pelo pescoço feminino, até que seus lábios se unissem novamente em outro beijo longo e sensual.
Ele a afastou da parede e a aprisionou contra o pró­prio corpo. Moveu uma das mãos rapidamente para as nádegas femininas a fim de sustentar-lhe o peso para que ela não escapasse do seu abraço. Dani respondeu automaticamente, enlaçando-lhe os quadris estreitos com as pernas.
Arfando ao ter a sensação do corpo dele entre o dela. Um instinto primitivo parecia gritar em seu interior.
Explodindo de desejo, ela pressionou os lábios forte­mente contra os dele, enquanto seus dedos lutavam com a camisa que ele vestia.
Mas, então, ela sentiu o corpo másculo titubear. Alex a impulsionou, movendo-a para cima e para baixo até que os pés femininos tocassem o chão. Mas, depois, o próprio chão sacudiu levemente.
Oh, não, estava certo. Eles estavam em um elevador.
Dani desviou os olhos dos dele e fitou as portas. O elevador finalmente voltara a descer. E agora, as portas estavam se abrindo.
Eu...
Alex não teve a chance de terminar a frase. Havia pes­soas... Alguns banqueiros.
Todos dizendo o nome dele em uníssono:
— Alex!

Classificação:







6 comentários:

Elis Miranda disse...

Achei o tema meio bobo. ¬¬

Bjo

thaila oliveira disse...

Adoro essa serie da harlequin,alem de romances lindo tem aquela pitada caliente!!!!

Nathal Sant disse...

Esse eu nunca li, mas gostei do pouco que vc mostrou e da resenha. Vai pra lista.
bjs
Ca
http://mromances.blogspot.com

Mireliinha disse...

AAAH Lu!
Eu super curti! rs.
Nunca li nada dessa autora, fiquei curiosa!

:*
Mi
Inteiramente Diva

Apenas Sil disse...

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Beijos!

Sil, Blog GRS

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Sil, Blog GRS

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